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Thursday, November 3, 2011

O Circo

A Eurábia está (uff! finalmente!) á beira do Kaos with a view to Waterloo. Como zona económico-política construída nas costas dos povos, não democraticamente portanto, a UE tem medo dos referendos como o diabo da cruz. O pânico foi generalizado e o Euro ficou á beira do colapso com o anúncio do refendo grego. A pressão política, a chantagem, as ameaças, foram de tal ordem que, hoje, Papandreu deu o dito por não dito, afastando a hipótese de consulta aos gregos, desde que consiga um voto maioritário e eufemistico no parlamento. A UE que sair desta crise, se sair, vai ser uma "União" mais oligarca e dividida do que nunca. Por um lado, um directório que se quer impor. Por outro, uma elite de burocratas-comissários que quer governar. As nações, esmagadas por estes dois movimentos de tomada de poder, estando demograficamente exauridas,  não possuindo capacidade revolucionária centrífuga, a Europa de uma maneira ou outra, colapsará para o centro. Uma nova tirania surgirá, apoiada pelos muçulmanos que serão sempre aliados, das forças centríptas que os protegem, isto é, dos funcionário-burocratas-comissários e da ideologia multiculturalista da Comissão Europeia. De qualquer maneira, os demónios da Europa, estão de volta. E as ruínas também. E não só as gregas.
Para que este cenário algo prospectivo possa não acontecer, é urgente a realização de um referendo a nível europeu sobre a (des)construção cultural, social e económica das suas nações. Para que os povos se possam esclarecer mutuamente se se revêm nesta Europa ameaçada e ameaçadora, da austeridade, do desemprego e da islamização.
 Costuma-se dizer que um mal nunca vem só. Ontem, as instalações do jornal humorístico francês Charlie Hebdo foram atacadas e incendiadas por muçulmanos, só porque fez uma edição, como sempre cómica, em que o Director convidado foi nem mais nem do que a figura do profeta pedófilo, o Maomé. A edição correspondente foi intitulada Charia Hebdo. O Silêncio perante mais este incêndio da liberdade de expressão, é insurdecedor e uma prova cabal de que islamização é já um facto adquirido. Fosse o papa a criticar a homosexualidade instituída e cairia o Carmo e a Trindade.
 Os 3 livros mais lidos lá pelas bandas civilizacionalmente mal frequentadas das Arábias e do Norte de África são o corão, o Mein Kampf do Hitler e o livro falso anti-semita "Os protocolos dos Sábios do Sião". Todos aqueles 3 livros apelam á morte dos judeus. Cá por Portugal, pelos vistos também há sectores minoritários da política portuguesa que os consultam ávidamente. Não sei se os militantes comunistas se inspiram no corão (não me admirava nada!) ou não, mas que no Mein Kampf do Hitler e no anti-semitismo, não temos dúvidas. Aliás é o próprio jornal nacional-comunista, O Avante que utiliza teses daquele livro racista publicado no final do séc. XIX "só" para atacar o governo.
Que os comunas sejam uma merda, já todos nós sabemos. Já nos tinhamos esquecido, no entanto, que são uma merda tão radicalmente malcheirosa. Para que este mau-cheiro racista anti-semita não torne este país ainda mais nauseabundo, talvez fosse boa a altura para aproveittar e atirar com os gajos lá para os pantânos de Tunguska. Mas se, devido à crise, não houver dinheiro suficiente para tal ponte aérea, qualquer ETAR servirá como substituto  (reciclável até) daquele destino siberiano. Entravam como comunas malcheirosos e saiam como socialistas aprumadinhos e politicamente correctos.
Imaginem só a quantidade de postos de trabalho que os portugueses, com vontade de trabalhar, teriam disponíveis. Só na primeira hipótese claro está. E o que a economia cresceria! É uma questão a pensar seriamente pela sociedade portuguesa. Já agora, faça-se um referendo. Aceitam-se propostas para a pergunta a fazer aos portugueses.

Wednesday, July 27, 2011

Mars Attacks!

A silly season tem este ano um condimento trágico-cómico. A partir da tragédia norueguesa seguem-se diariamente nos jornais comentários, editoriais, artigos de opinião, enfim palavras, que vão da mais desgraçada manipulação até ao mais lírico dos apaziguamentos a la Chamberlain. Foi o caso do narcisista ex-BE, Rui Tavares, que lança hoje um lancinante mandamento-apelo, ao amor pelo próximo. Não o realizávamos tão cristão... Curiosa mutação. Desde o "somos todos Hezbollah", até ao mandamento para o século, foi um tirinho. Neste caso dá um certo jeito.
E já que falamos de silly, deixo aqui umas cenas do muito sério silly movie de Tim Burton que dá o nome a este post.

Tuesday, July 26, 2011

A Eurábia Ataca.

No aftermath do alucinado ataque do norueguês Anders Breivik (AB), a Eurábia dá prova de vida e de saúde. Bem alimentada pelo inqualificável acto de AB, a desonestidade e a demagogia nos órgãos de comunicação da Eurábia, é manifesta, senão mesmo épica. Um autêntico dilúvio de mentira destinado a cavalgar a onda e a manipular os públicos leitores ou ouvintes. Nada se aprofunda, limitando-se à interesseira superficialidade da análise, ao lugar-comum e ao insulto delicado e fácil, naquilo que é a clássica fuga para a frente. Neste aspecto, o bizarro sr. Severiano Teixeira, destacado socialista e ex-Ministro de Qualquer Coisa, chegou em primeiro lugar na classe mundial da estultícia, num pequeno artigo hilariante que publicou hoje na imprensa dhimmi. O dito senhor, chegou ao cúmulo de comparar o evento de Oslo, ao 11 de Setembro. Convenientemente ou por distracção natural, esqueceu os comboios destruídos, aqui bem perto, em Madrid, num atentado islâmico que ceifou com centenas de vidas e milhares de estropiados. A ideologia oblige. Nem mesmo o 11 de Março chegou aos "calcanhares" do onze de Setembro.
A suprema “lata” da media Eurábica, é considerar o Serial Killer AB, um fundamentalista cristão. Os jornalistas que recusam colocar a palavra fundamentalista ou terrorista a seguir a islâmico ou muçulmano, (porque se o fizerem correm sérios problemas editoriais), fazem-no, neste caso, atacando o cristianismo com o maior dos cinismos. E das felicidades, digo eu. Os muçulmanos não o fariam melhor e devem estar satisfeitos com esta prova de fidelidade dhimmi, dada por esta cobertura doentia dos órgãos de comunicação social e por alguns políticos mais palavrosos.
 O que é um facto é que o sr. Anders não é um fundamentalista cristão. E como podemos provar isso? Lendo o que ele escreveu no manual/manifesto que deixou na internet com cerca de 770 000 palavras. Procurando a palavra Jesus, rezar, Igreja, cristão… nada se encontra. Aliás era ainda teenager, quando AB entrou pela última vez numa Igreja. Era também favorável á existência de grandes zonas de sexo livre, do tipo Red Light District, mas do tamanho de Las Vegas. Não tinha qualquer filiação em qualquer Igreja. Ora tudo isto não enquadra no género de fundamentalismo cristão, do tipo evangélico ou de outro qualquer, que é constituído por pessoas com uma ligação forte e pessoal à Igreja e a Cristo, que organizam grupos de culto onde se reza colectivamente. Nada disto AB adoptava. Por outro lado, nenhuma estrutura do Cristianismo o apoiava, ao contrário do que acontece, por exemplo, com os apoios declarados do clero Wabbita da Arábia Saudita ao terrorismo islâmico. Isto só para dar um exemplo.
 Desde o 11 de Setembro, ocorreram mais de 17000 ataques jihadistas, cujas principais vítimas são árabes, africanos, indianos, tailandeses, etc. O racismo por um lado, e a dhimmitude por outro, são suficientemente fortes nas nossas elites, para ignorarem as vítimas que diariamenteo islão provoca no Médio-Oriente, em África, na Ásia. Só para dar um exemplo, uma ministra somali foi raptada na 5ª Feira passada pelas milícias islâmicas e nada aconteceu ou se disse. Os cristãos Coptas são há muito perseguidos, descriminados e mortos pela maioria muçulmanos. Na Europa, os dhimmis, chamam-lhe conflitos religiosos e ponto final.
O assassino de Oslo é tão fundamentalista cristão como eu sou astronauta.

Saturday, July 23, 2011

Ainda os eventos de Oslo.

Apesar de ainda ser cedo para conclusões definitivas, a pista dos atentados parece conduzir para a responsabilidade de um norueguês de extrema-direita. Os média multiculturalistas e os esquerdistas do costume, não perderam tempo em relacionar este indivíduo com os movimentos e blogues anti-jihadistas, como o Gates of Vienna e o Atlas Shrugs, entre outros. Para os silenciar, obviamente, pois é o único argumento que os esquerdistas que controlam as sociedades ocidentais, possuem.

Contudo, não se faz a pergunta mágica: Como é que se chegou até aqui? A resposta nem sequer é complexa. Chegámos aqui porque o esquerdismo vigente, em todos os estratos de poder e do controle da sociedade, para aqui nos dirigiu. Não é impunemente que os comunas e os liberais de esquerda, vendam os povos e suas culturas ancestrais ao islamismo. Não é impunemente que se retiram aos povos toda a capacidade de decisão no que toca ao seu futuro. Não é impunemente que marginalizam os povos europeus fazendo-os vergar, sem direito a critica, às políticas de imigração suicidárias. Os partidos responsáveis pela engenharia social destinada a subverter as culturas e tradições dos povos europeus, mais cedo ou mais tarde vão ter que responder.

Esta situação em Oslo, é mais um episódio da guerra civil que ocorre ainda em surdina na Europa. Não pensem os comunas e esquerdistas, os juízes corruptos e académicos idealistas e estúpidos, que podem vender e destruir os povos e a Europa sem consequências. No futuro próximo, mais esquerdistas serão abatidos, mais serão fuzilados e muitos mais atentados enviarão a morte aos inocentes. A Eurábia existe, e como qualquer zona árabe, a violência e o caos dominam. O projecto europeu (do qual a Noruega não faz parte) aproxima-se a passos largos de um pesadelo. Ao contrário da utopia com que os escuteiros eurocratas e europeistas sonham, a Europa aproxima-se de uma hora bem negra.
E isto ainda não é nada. Os responsáveis morais da construção da Eurábia e da desconstrução da Europa, são todos aqueles que conduziram os povos europeus, a este beco sem saída, aos sentimentos de insegurança, do medo e sobretudo da impotência.
Experimentem, meus senhores, fazer refendos a nível europeu sobre a presença de milhões de muçulmanos na Europa. Experimentem fazer referendos sérios sobre se os povos querem a União Europeia. E logo verão...e logo veremos...todo o mundo verá que estamos a ser vítimas de uma engenharia social imposta de cima por elites progressistas e tecnocráticas, como se vivessemos na Roménia de Ceaucescu.

Monday, July 11, 2011

A Lei da Sharia no Reino Unido.


Apesar da indiferença dos cegos e da comprensão dos líricos, a Eurábia constrói-se paulatinamente no dia a dia. O status quo multiculturalista e esquerdista domina, e quem ousar denunciar a marcha do islão em terras de Sua Majestade, arranja complicações para a vida, com a real possibilidade de ser preso. Como aliás, já aconteceu por diversas vezes. Os ingleses estão reféns, cercados e prisioneiros na sua própria casa, por uma admnistração político-judicial, que não permite qualquer manifestação de dissidência.
Vastas áreas do país são de facto governadas por estrangeiros à revelia de qualquer processo eleitoral democrático e com a lei e a ordem democráticas a não serem válidas para todo o país. A criação de enclaves islâmicos faz-se a bom ritmo, e com o crescimento demográfico dos muçulmanos, os não-muçulmanos ficarão a viver dentro de algum tempo em autênticos guetos no seu próprio país.
Militantes islamistas conseguiram que em diversas zonas daquele país fosse banido o álcool e a mistura de sexos, com o mais cobarde e cumplice silêncio das autoridades dessas áreas. 
De resto, tudo se passa à luz do dia sendo inclusivamente noticiado pelos media. Jovens islamistas actuam com a determinação e a "legalidade" das tropas de choque hitlarianas, tornando as ruas (e as prisões) o seu campo de conquista e de proselitismo, ou por outras palavras, estabelecem a supremacia no Dar Al Harb (terra da guerra). E não lhes faltam  advogados dos "direitos humanos" para lhes defender a causa contra a nossa liberdade e modo de vida.
Recentemente foram colados milhares de posteres e autocolantes limitando zonas controladas pela lei da sharia, onde se impõem toda uma série de proibições; "Proibído o jogo", Proíbido concertos musicais", "Proíbido a prostituição", "Proíbido a pornografia", "Proibido fumar"...
Os posters declaram ostensivamente: "Está a entrar uma zona controlada pela lei da sharia". "Aqui as leis islâmicas governam e são obrigatórias."
Não satisfeitos, reclamam criação de uma polícia da sharia para a fazerem cumprir. Parece mentira mas é verdade.
"Nós queremos criar zonas onde os muçulmanos possam viver uns com os outros" afirmam alto e em bom som de megafone em punho pelas ruas e em mesquitas.
"Nós vivemos entre os não-muçulmanos mas queremos distinguir-mo-nos deles."
É a Eurábia no seu melhor. Isto e muito mais pode ler aqui

Tuesday, July 5, 2011

E Vai Ao Fundo Sim Senhor!


BURN BITCH BURN!

Temos visto ao longo dos anos, que a Eurábia, vulgo União Europeia, se tem progressivamente afirmado como um bloco inimigo dos Estados Unidos da América e de Israel, especialmente o seu hard-core, a França e a Alemanha, com alguns “estados idiotas” como a Espanha, por exemplo, a reboque. São os interesses árabes que são assumidos e defendidos como seus, pela Eurábia e estes são manipulados pela China. Os chineses precisam muito de petróleo e de alguma tecnologia europeia que querem “adoptar”. (Os dirigentes chineses andam de cabeça perdida  com as dívidas soberanas  e vêm agora todas as semanas visitar a Eurábia com promessas de compra das dívidas soberanas.)

A própria criação do Euro, que está (e estará no médio prazo) a lançar na pobreza povos europeus inteiros, foi uma moeda criada para atacar o Dólar e os EUA. Foi a Eurábia que declarou guerra aos EUA, no tabuleiro económico-financeiro e diplomático. Agora espantam-se e queixam-se que o Euro seja atacado pelos mercados e pelas agências de rating. Quem vai á guerra…
Como bem sabe qualquer estratega de jogos de guerra de trazer por casa, o inimigo ataca-se pelos sectores mais frágeis. Neste caso, os sectores economicamente e financeiramente mais frágeis são os chamados PIGS. Só falta a Espanha cair. A seguir vai a Itália e depois, daremos graças a Deus, será o fim do Euro e da Eurábia.
A criação de uma agência de rating chinesa é a evidência que os chineses estão a ver muito mal parada a guerra surda entre a Eurábia e os EUA (leia-se agências de notação) e querem-se meter ao barulho. O Euro e a Eurábia vão naufragar e isso é muito mau para a China sob todos os aspectos. Os chineses querem tornar-se a primeira potencial mundial. Para isso, mais cedo ou mais tarde terão que se defrontar militarmente com os EUA. Está escrito nas estrelas. Será a III Guerra Mundial. Os chineses sabem que, sozinhos, levam na tromba com facilidade. No entanto, se conseguirem criar todo um hemisfério Euro-Asiático (com a exclusão do Japão e do Vietname) e Africano hostil aos EU da América, as hipóteses de um showdown triunfante com os Estados Unidos, serão bastante maiores.

Uma vez Livres da Comissão Europeia, os povos europeus travarão a islamização das suas pátrias. Os colonos, os imigrantes muçulmanos que foram utilizados como argamassa para a construção da Eurábia, irão, com a graça de Alah, de volta para os pardieiros arábicos de onde saíram. Só assim a Europa poderá sobreviver como o Ocidente Livre, e reocupar o lugar ao lado de quem sempre nos defendeu.

Monday, June 27, 2011

O Fim da Eurábia?


Escrevia o jornal Público há uns dias, que até os Eurocépticos estavam preocupados com a possível queda da Eurábia, mais conhecida por União Europeia. Parece-me que os jornalistas do público bebem uns copos valentes (ou uns charros) no emprego, pois os tipos deliram. Não há maior razão de esperança no futuro da Europa do que a queda de um bloco construído por apparatchiks burocratas que há décadas mandam o que os povos europeus podem fazer ou pensar. A União Europeia não é uma construção democrática. Muito longe disso. É uma realidade transnacional cada vez maior, cada vez mais totalitária, centrada na ideologia e nos dogmas do multiculturalismo, de resto falido.

A Eurábia surgiu com a crise do petróleo em 1973. Com crise do Euro de 2011, poderá ser o fim da União Europeia.
No momento em que a Grécia precisa de dinheiro como "de pão para a boca", continuam a seguir biliões de Euros (jizya) para alimentar a máquina de guerra e para a corrupão palestina. A comissão Europeia prefere apoiar os palestinianos do que os gregos. Com isto a comissão Europeia poderá estar a cavar a sua sepultura. Rezemos para que morra de morte súbita em breve.

Já nos anos setenta, os estados árabes exigiram que a Europa lhes permitisse o acesso à ciência e tecnologias ocidentais, independência política relativamente aos Estados Unidos da América, alinhamento com a política Árabe, a demonização de Israel como ameaça á paz mundial, e garantias favoráveis á imigração árabe e disseminação da cultura islâmica para a Europa. Esta cooperação também incluía o reconhecimento dos palestinianos como um povo distinto e a OLP de Arafat o sua representante. Até 1973, os palestinianos eram exclusivamente conhecidos como refugiados árabes, até pelos outros árabes. O conceito de “palestiniano” simplesmente não existia.

Durante a crise do petróleo de 1973, os membros árabes da OPEC anunciaram que, devido á Guerra do Yom Kippur entre Israel e os árabes (que estes começaram), não forneceriam mais petróleo aos países apoiantes de Israel. Porventura esta foi a primeira chantagem dos árabes sobre a Europa.

A súbita subida dos preços do petróleo enriqueceu de petrodólares países como a Arábia Saudita, permitindo-lhes financiar o ressurgimento islâmico no mundo, provocando um impacto no Ocidente, especialmente na Europa.

Todavia os líderes árabes tinham que vender o seu petróleo. O factor petróleo foi o cimento para as conversações que ficaram conhecidas pelo Diálogo Euro-árabe, mas não foi o único. De facto serviram como pretexto para a França assumir uma política que tinha desenvolvido muito antes da crise do Yom Kippur.
Esta agenda política foi reforçada pela deliberada transformação cultural da Europa. O Euro-Arab Dialogue Symposia, em Veneza em (1977) e em Hamburgo (1983) incluiu recomendações que foram sucessivamente implementadas. Estas recomendações foram levadas a cabo, na prática, resultando num privilegiado influxo de imigrantes muçulmanos para a Europa. Aos milhões.

Contrariamente ao credo oficial da EU, os milhões de muçulmanos presentes na Europa estão cá devido a acordos feitos com os burocratas europeus ao longo dos anos.

As recomendações, não escritas, incluíam:

1.Coordenação de esforços feito pelos países árabes para espalhar a língua e culturas árabes.

2. Criação de centros culturais Euro-Árabes nas capitais europeias.

3. Fornecimento de professores árabes especializados em ensinar árabe aos europeus em universidades e institutos.

4. Cooperação necessária entre especialistas europeus e árabes em ordem a divulgar uma imagem positiva da civilização arábico-islâmica a públicos educados de europeus.

Estes acordos não foram escritos dada a sua natureza sensível e anti-democrática. Os lideres europeus cuidadosamente acolheram estas ideias como “diálogo”. Todos os meetings, comités e grupos de trabalho incluíam representantes dos países da Comunidade Europeia, do Conselho da Europa e dos países da Liga árabes. Os procedimentos e decisões tomavam lugar em sessões á porta fechada. Nenhumas actas ou minutas foram escritas ou gravadas. O resultado está à vista.

A Líbia, a NATO, a Comissão Europeia, a França e a Eurábia.



Porque é que a NATO se meteu na Líbia e permite ao regime totalitário de Damasco uma repressão violenta dos manifestantes, com milhares de mortos e refugiados? A resposta é mais simples do que parece. Porque a NATO, liderada pela França, está ao serviço da Liga Árabe, e esta é a maior evidência que a Eurábia é já uma existência política. A NATO bombardeia Tripoli porque a Liga Árabe assim o deseja e não bombardeia Damasco, porque a Liga Árabe não o deseja. E ponto final parágrafo.

O regime de Kadafi, desde que se aproximou da OUA e de África afastando-se da Liga Árabe, passou a ser visto pelos árabes como uma persona non grata no poder de um país árabe e muçulmano. Assim uma espécie de dissidente a abater. O regime facínora de al Assad, pelo contrário, faz parte do núcleo duro da Liga árabe e é por esta, reconhecido como tal.

Se o leitor reparar, só depois da Liga Árabe ter dado o sinal verde, o Conselho de Segurança da ONU avançou com a intervenção “para proteger civis” e tretas do género, e a França, liderando a NATO (coisa nunca vista), foi a primeira a “saltar para cima” do Coronel de óculos escuros Prada. E porquê a França? Aqui temos que recuar umas décadas.

Desde De Gaulle que a França acredita reganhar a importância política internacional perdida, através da liderança de um bloco Euro-árabe (Napoleão já o tinha tentado), para competir geoestrategicamente com os USA e a extinta União Soviética. Aparentemente, décadas depois parece que o conseguiu com o gaulista Sarkozy. Escrevo aparentemente, porque a França e a Europa estão muito longe de liderar seja lá o que for. Pelo contrário, a França e a Europa, são hoje lideradas pelos árabes, nomeadamente através da Comissão Europeia (CE) que nada é mais do que uma marioneta nas mãos dos interesses muçulmanos. A Eurábia está a aniquilar totalmente a Europa, como resultado de políticas intencionais adoptadas pela CE e pela França durante décadas.

Cada vez mais islamizada, a Europa é hoje um satélite do mundo árabe e muçulmano. A Europa não passa de um lacaio, ainda bem munido de meios militares e tecnológicos superiores aos dos seus senhores, mas esta situação, com as transferência em curso de tecnologias, previstas aliás nos diversos acordos do Diálogo Euro-Árabe, é só uma questão de tempo para mudarem de mãos. Os árabes para dominarem de vez a Europa só precisam de uma única coisa: da aparência de democracia nos seus países. E estas “primaveras” árabes vão no sentido das aparências de democracia. Como o são também feitas de aparências de democracia a Comissão Europeia e União Europeia. Depois de realizada esta operação de cosmética, a propaganda de que o islão faz parte da Europa pode-se tornar mais credível.

A Europa está constantemente ameaçada de terror. O terror, é a forma de aplicar pressão aos países europeus para se renderem às exigências árabes. Eles exigem, por exemplo, que a Europa tome posição favorável à “causa palestiniana” contra Israel.

A Eurábia é inimiga de Israel e dos USA. Não só na política externa, mas também nos assuntos domésticos. O anti-americanismo e o anti-semitismo grassam hoje na Europa. Qualquer bicho careta eurábico, sem muito bem saber porquê, é hoje totalmente anti-americano e anti israelita. Se a política externa europeia e árabe continuarem a ser comuns e a confundirem-se, é possível no futuro, uma guerra com os USA. E era bem bom de ver os eurábicos a levarem nas trombas novamente dos americanos como os seus congéneres nazistas levaram nos anos quarenta.



Em resumo, a Eurábia é um projecto francês que se tornou realidade a partir da visão anti-americana de Charles de Gaulle, como um bloco hostil á influência americana. Esta situação facilitou as ambições europeias em manter importantes esferas de influências nas ex-colónias, enquanto abriam grandes mercados para os produtos europeus no mundo árabe, especialmente nos países produtores de petróleo e de gás natural. Em anexo, comprometeram-se em transformar o Mediterrâneo num mar Euro-árabe interior, favorecendo a imigração muçulmana e promovendo o multiculturalismo com uma forte presença islâmica na Europa.

E alguém nesta Europa quer saber alguma coisa dos projectos franceses? É tempo de acabar com eles, com a Comissão Europeia e com a União Europeia, já agora.

Sunday, May 15, 2011

Realismo Europeu

A livre circulação de pessoas, imigrantes ilegais, de bandidos de toda a espécie e de terroristas, tem sido um dos pilares da Eurábia. Agora parece que está em pleno estertor, apesar das ameaças impotentes da Comissão (Soviética) Europeia. Esta semana que passou, a Dinamarca anunciou que vai restabelecer as fronteiras terrestres  com a Alemanha e com a Suécia islamizada, a que está ligada por uma enorme ponte. Além disso, reforçará significativamente os controlos nos aeroportos. É o Acordo de Schengen atirado às urticas, planta que cresce junto ao caixote do lixo da História e altamente diurética.
 A Dinamarca tem tido sérios problemas com a imigração muçulmana, que aí chegam através da Alemanha. Depois da excelente atitude da França em bloquear a invasão tunisina, a Europa parece agora começar abrir os olhos.

Sunday, February 27, 2011

A God Who Hates



Nestas últimas semanas,  a propósito dos acontecimentos "revolucionários" na rua árabe, temos ouvido e lido uma quantidade de disparates sobre o islão, as sociedades muçulmanas e sobre os muçulmanos, que no mínimo, podemos concluir, que a maior parte dos "fala-barato" e escribas, não faz a mais pálida ideia de que estão a prá alí a falar ou a escrever. E sobretudo no que se estão a meter. A este propósito, o ministro Amado dos Negócios Estrangeiros anda, nas últimas semanas, num frenezim tolo, na tentativa de que convencer a Europa a pagar as revoluções árabes, a ressuscitar o aborto da União Mediterrânica proposto há uma par de anos por Sarkozy, e a escancarar, se ainda mais for possível, as portas da Europa à imigração muçulmana. Percebemos que os acontecimentos "da outra margem" são uma benção para governo, pois servem para desviar a atenção da opinião pública, da Banca Rota Sócrates. Ainda assim, o Ministro Amado, vai mais longe no "assistêncialismo" aos árabes, no aprofundamento da Eurábia, e na destruição (por ingenuidade quero crer) da Europa, do que o radical alemão Joschka Fischer. Por tudo isto e muito mais, aconselho vivamente que leiam o livro da psiquiatra Wafa Sultan, que dá nome a este post.
Wafa, nascida na Síria, descreve a doente sociedade islâmica de uma maneira, que só o conhecimento adquirido de quem lá nasceu e sobreviveu, o pode fazer.
Deixo aqui alguns excertos:

" Em qualquer relação interpessoal, que um muçulmano conduz com um não-muçulmano, voluntariamente ou por necessidade, o muçulmano fica sempre na defensiva, preparado para o choque com elementos desconhecidos que esta relação lhe possa trazer. O muçulmano assume esta posição defensiva devido ao medo que sente do outro, e das suas dúvidas relativamente á pureza das suas intenções. Tal relação, independentemente de quão profunda ou firmemente estabelecida, nunca pode atingir o ponto a partir do qual permita ao muçulmano confiar no outro e gostar dele.
O muçulmano concordará em estabelecer tal relação numa das duas situações possíveis: promover os seus interesses ou prejudicar os interesses do outro.  Quando essa relação se impõe sobre o muçulmano, ele vai mostrar a capacidade de esconder os seus sentimentos. Eu costumava-me envolver em autênticas batalhas verbais com alguns dos meus expatriados amigos muçulmanos aqui, especialmente com a suas atitudes contra os americanos e contra a cultura americana, e gostaria de ficar surpreendida pelas suas aterradoras opiniões, que revelavam ressentimento suficiente, para destruir, não só as torres do World Trade Center, mas toda a América. Mas se um dos meus conhecidos americanos aparecesse, enquanto eu estava na companhia de tal pessoa ressentida, numa fracção de segundo, ele, o muçulmano, tornar-se-ia mais americano do que o Abraham Lincon.
Num dia, eu conduzia a partir de La Jolla em S. Diego para Riverside com Amal, uma minha amiga  iraquiana, que vivia neste país há não mais do que 3 anos. Ela e a sua família fugiram da repressão de Saddam Hussein sobre os xiitas no Sul, refugiando-se na Arábia Saudita onde não foram bem-vindos. Partiram dali, depois da embaixada americana ter respondido positivamente a seu pedido de imigração.
Na entrada da rua em direcção à casa dela, passámos por um homeless transuente. A minha amiga iraquiana olhou para mim e disse em tom de troça: "Olha para aquele pedinte. Esta é a América pela qual tú estás louca?"
Eu respondi-lhe: "Minha querida, tú realmente julgas que isto, é tudo que a América tem para oferecer?
Esta não foi a minha primeira diferença de opinião com Amal sobre as nossas atitudes para com a América e a sua cultura.
Amal trabalhava numa famosa companhia americana. Uma vez, numa festa em que fui convidada, eu conheci a chefe do departamento onde Amal trabalhava, uma senhora culta e refinada. Durante a nossa longa conversa, tocámos no tópico da imigração e nas dificuldades enfrentadas pelos imigrantes quando se mudam para um novo país, e fiquei surpreendida ao ouvi-la dizer: O que eu mais gosto em Amal é o seu amor por este país, a sua grande admiração pelos valores americanos, e a sua gratidão pelo que este país lhe deu". Eu assenti com a cabeça em concordância, enquanto uma voz dentro de mim murmurava: " Pobres americanos! Se vocês soubessem o que Amal pensa dos Estados Unidos, se vocês soubessem o quanto estão cavar as vossas próprias sepulturas com a vossa ingenuidade!"

Saturday, January 22, 2011

A Guerra Contra A Cultura Ocidental (conclusão)


Muitos reformadores muçulmanos têm sido doutrinados por esta islamização do Conhecimento o qual ensina a aplicação da ijihad - o princípio da interpretação legal - mas num movimento circular onde os preceitos corânicos são modernizados. O Pensamento Ocidental e a Ciência são integrados numa interpretação islâmica.. Este movimento, muito próximo das tendências selafitas e wahhabitas (financiadoras morais do terrorismo islâmico), reproduz nos tempos modernos, um sistema paralelo e similar induzido no Corão, a islamização do Judaísmo e do Cristianismo. A mistura de uma abertura moderna (ijihad) ligada a todo um conjunto de valores tradicionais confere aos seus seguidores uma ambiguidade suspeita. De facto, todo este movimento foi já planeado e explicado por al-Tohami no encontro da Organização da Conferência Islâmica, em 1974 em Lahore.
Parece não ter qualquer consequência, para uma Europa pós-religiosa, um Jesus considerado como um profeta do islão ou um Judeu inspirado pela Bíblia. Mas desta questão depende, contudo, o cerne da fé Cristã - bem como da sobrevivência dos valores fundamentais da Civilização Judaico-Cristã. Para além dos aspectos teológicos, os quais já não interessam ás Igrejas que já aceitaram a dhimmitude, a ideia que o islão na verdade precede o Cristianismo e o Judaísmo, vai contra o racionalismo e contra a cronologia lógica Ocidental, que são as verdadeiras bases da Ciência e das suas realizações.
A omissão de uma referência clara ás raízes Judaico-Cristãs da Civilização Europeia no preâmbulo da Constituição Europeia entretanto imposta às suas nações, demonstra o repúdio do passado concretizado por uma elite política europeia determinada, não em construir uma Europa Unida, mas pelo contrário, a Eurábia.
Esta obliteração da memória histórica europeia, para servir de bandeja o conceito árabe-islâmico da História, torna possível a difusão de toda a espécie de negacionismos e de uma pseudocultura baseada na culpa, (na qual a veneração do mito do al-Andaluz e do culto palestiniano são os principais aspectos), que afasta o conhecimento, e por conseguinte a sua difusão em meios académicos e comunicacionais, da verdadeira realidade jihadista e da dhimmitude, na histórica ocupação islâmica da Espanha. Assim a rejeição do carácter Judaico-Cristão da Civilização Europeia tem como principal objectivo integrar as cada vez maiores populações muçulmanas invasoras.

Wednesday, January 12, 2011

A Guerra Contra A Cultura Ocidental (2)

Em 1982 al-Faruqui no seu livro acerca da umma escrevia:
 "a palavra umma não é traduzível, não é sinónimo de "povo", ou "nação", ou "estado". O seu território não é só toda a Terra mas também toda a criação. Não é restrita também a qualquer raça....A umma é uma espécie de "Nações Unidas" com uma ideologia forte e compreensível, um governo-mundial e um exército mundial para fazer valer as suas decisões. A umma é a ordem social do islão, e o movimento que visa concretizar os seus objectivos, é a jihad."
Algumas páginas á frente, Faruki descreve a missão universal da umma:
" Ela existe apenas como um instrumento do divino para encontrar concretização no espaço e tempo. Ela constitui a matriz da revelação definitiva de deus, o instrumento da sua vontade, o ponto onde o divino encontra o cosmos, e aqui o cosmos é lançado na sua infinita marcha em direcção ao cumprimento do propósito divino. Como o corão o coloca elequentemente, a umma existe para que a palavra de deus seja suprema". Deus nos livre, digo eu.
Os princípios da islamização do conhecimento tem avançado nas escolas europeias, especialmente naquelas com uma maioria de estudantes muçulmanos. Na Inglaterra, a Muslim Educacional Trust, exigiu um regime específico baseado nas regras islâmicas para as crianças muçulmanas nas escolas, e a revisão dos conteúdos curriculares considerados não-islâmicos. Os muçulmanos também exigiram que professores dos países árabes fossem trazidos para ensinar árabe aos filhos dos árabes, e o árabe fosse ensinado na Europa como qualquer outra língua europeia. Isso é que era bom né?
Nos EUA em 1994,  os professores foram iniciados em educação islâmica através do programa Strategies and Stuctures for Presenting World History, publicado pela Council on Islamic Education (CIE).
Este programa, editado em livro, clama por um  escrupuloso exame dos livros escolares a fim de se certificar que estão de acordo com a perspectiva islâmica da História universal. Strategies and Structures rotula os historiadores ocidentais e os cientistas de triunfalistas, autoritários e mentes fechadas. Afirma que os ensinamentos ocidentais victimizam os imigrantes e defende uma cosmovisão elitista que inculca uma perspectiva miope de outras sociedades, difundindo assim velhas ideias, - "velhas suposições, abordagens antigas e velhos factos" - baseados em fracas investigações que conduzem á superficialidade e ao preconceito cultural. Os novos livros escolares devem eliminar esta estreita e egocêntrica perspectiva ocidental, e serem corrigidos com o conhecimento e cosmovisão islâmicas.
De uma maneira esperta, este revisionismo histórico foi inoculado no meio de cultura intelectual receptivo dos meios académicos esquerdistas do relativismo cultural, de ambos os lados do Atlântico. Proliferando como bactérias em agar, esta ideologia tornou-se dominante, primeiro nos meios académicos, extravasando depois para outros sectores da sociedade, como os da comunicação social e da política. O desdém e a difamação da cultura ocidental, quer pela extrema-esquerda política, quer pelos mass-media jogando em sintonia, tornou-se única e absoluta, afastando e censurando do espectro comunicacional qualquer opinião contrária. O insulto fácil, ampliado por uma comunicação social sempre colaboracionista, anulou todas as vozes cientificamente autorizadas que se poderiam opôr a este visão da História e da Cultura  Ocidental. Conscientes ou não, os novos "historiadores" promovem a visão torpe e depreciativa do Ocidente plasmada por Edward Said no seu radical livro escrito em 1978 chamado Orientalism; bem como da representação que al-Faruqi faz do islão como sendo a matriz do judaísmo e do cristianismo e a fonte de todas as profecias ...apesar de ter aparecido muito mais tarde na História. Edward Said, um cristão que cresceu no Egipto e que se reinventou a si próprio mais tarde como um refugiado palestiniano declarou "que todo e qualquer europeu, naquilo que poderia dizer sobre o Oriente, é consequentemente um racista, um imperialista e quase que totalmente etnocêntrico." 
Esta visão tornou-se prevalecente e na Europa e mais concretamente na Comissão Europeia,  com  as consequências que estamos assistir. A tranformação da Europa num espaço ideológico-geográfico denominado Eurábia. 
Os nossos filhos e netos não nos vão perdoar porque vão ter que combater...Não vão compreender como sucumbimos tão facilmente ás tretas de uns atrasados barbudos islamo-fascistas e de uns esquerdistas infantis... a tender para o senil, como diria Vasco Pulido Valente. E vão ter que combater... pela liberdade que no presente lhes estamos a negar.

Friday, January 7, 2011

A Guerra Contra A Cultura Ocidental. (1)

  
A contribuição da ideologia do islamismo para o avanço das ciências é mínimo. Na época dourada da expansão muçulmana, a maior parte do "conhecimento árabe" foi importado da Grécia e da India, traduzido e usurpado. A quantidade de livros que a Península Ibérica no seu conjunto edita anualmente é maior do que a quantidade de livros traduzidos e editados em todo o mundo muçulmano, desde o séc. VII. Porquê? Porque o corão é a base de todo o conhecimento. Por isso, pese a ostentação arquitectónica  dos Dubais e dos Qatares, pouco mais além da idade da pedra estão. E em termos axiológicos estão mesmo nas grutas.

No seguimento do post anterior, e baseado nas investigações levadas a cabo pela historiadora Bat Yor, vou deixar aqui algumas pistas, sobre como a educação no espaço europeu também é inspirada pela islamização... também se entranha nos livros escolares europeus.
O Diálogo Euro-Árabe (DEA) monitorizou a implementação da simbiose Euro-Árabe em todos os níveis. O servilismo e o preconceito de muitas instituições académicas corroeu as normas, os critérios e a necessária disciplina para um estudo académico objectivo. A sua submissão a um poder político inteiramente dominado pelo materialismo politico-económico faz lembrar a auto-censura e o controle sobre as academias e universidades exercido pelo Nacional-socialismo e pelo comunismo.
O principal instrumento desta política é o International Institute of Islamic Thought (IIIT) fundado em 1981 por Ismail Raji al-Faruqi. O IIIT foi criado para desafiar a filosofia e a educação ocidental, que eram  e são consideradas uma ameaça para a umma, a nação universal muçulmana. O instituto e os seus tentáculos, chegam agora a toda a Europa, ao Canadá e aos EUA, conduzindo pesquisa e programas educativos que introduzem um novo conceito: a islamização do Conhecimento. Esta perspectiva afirma que o Conhecimento Revelado (o islão) é a fonte de todo o conhecimento, e ao seu mensageiro, Maomé, foi-lhe confiada a orientação e o controle de toda a humanidade. Historicamente, de acordo com este ponto de vistra,, a islamização do conhecimento permitiu as ciências, a arte e a medicina floresceram no mundo muçulmano, assegurando um milénio de dominação muçulmana sobre o mundo. O Conhecimento Ocidental simplesmente foi emprestado pela "ciência" muçulmana. Nesta óptica, o seguimento, o recomeço da islamização do conhecimento nos nosso tempo restabeleceria aos muçulmanos o seu património, que foi tomado pelo Ocidente. Imaginação fértil não lhes falta...
O projecto IIIT para a re-islamização do Ocidente foi proposto pelo próprio Faruqi. Ele via que não tinha existia qualquer esperança para o renascimento da umma, a não ser que o dualismo na educação dos muçulmanos nos países europeus que separa o religioso do secular, fosse abolida para sempre. A islamização do Conhecimento constitui uma parte fundamental da jihad contra a Europa e o Ocidental, pois destina-se a preencher o vácuo criado quando a Civilização Ocidental finalmente colapsar às mãos dos muçulmanos.

Monday, January 3, 2011

O Islão Mata Mais e Mais Cristãos Coptas e a Eurábia Cala-se...


David G. Littman, historiador inglês e activista dos Direitos Humanos, dirigiu-se em Agosto de 2004, por escrito e oralmente, numa palestra do Primeiro Simpósio Internacional sobre os "Os Egipcios Coptas: Uma Minoria Cercada" na sub-comissão dos Direitos Humanos da ONU, em Zurique. Descreveu, com factos, como os Cristãos Coptas são mal tratados, descriminados e assassinados no Egipto pelo islão, só por serem cristãos. A atenção da Europa, ou melhor da Eurábia, ao longo de todos estes anos, para com a perseguição dos Coptas pelos muçulmanos, foi... zero.
Meses antes deste simpósio, mais concretamente em 5 e 6 de Maio de 2004, em Dublin ocorreu um encontro Euro-Mediterranico dos ministros dos negócios estrangeiros onde concordaram na criação da Fundação Anna Lindh para o Diálogo das Culturas, e cujo quartel-general foi estabelecido em Alexandria, no Egipto. Anna Lindh, foi ministra sueca do Partido Social-Democrata e esfaqueada até à morte por um lunático em 2002. Essa senhora, promoveu na Europa e nos EUA, durante anos, as tácticas de Arafat e anunciou pessoalmente o boicote sueco aos produtos israelitas; não satisfeita, tentou convencer a UE a suspender as relações com Israel e condenou Bush pela sua política no Médio-Oriente. Dando-se o nome da ministra sueca à Fundação, significa que se aprovou a política dela para a região. O Egipto foi seleccionado para albergar no seu território a Fundação para o diálogo das Civilizações apesar do relatórios provenientes das embaixadas, ONGs e grupos de Observação dos Direitos Humanos, afirmarem claramente que os Cristãos e a Europa são claramente demonizados no Egipto, nomeadamente nos livros escolares aprovados pelo governo de Mubarak. A Eurábia é rica em cinismo e hipocrisia.
Em Março de 2004, o Center For Monitoring The Impact of Peace (CMIP) publicou um compreensivo relatório em 139 textos escolares, quer do sistema estatal de ensino quer do religioso egípcio. Enquanto reconhecia elementos positivos no sistema estatal, como por exemplo, a posição favorável dos Coptas, o relatório apontava a resilência dos estereótipos negativos dos não-muçulmanos. Os textos escolares ensinam a visão tradicional que afirma que o islão é a única religião, que a Bíblia distorceu. Israel, não é reconhecido como um estado soberano. Nesses 139 livros, utiliza-se a expressão -Estado Judeu- duas vezes e a paz é condicionada pelas exigências árabes. A Europa é demonizada sob a expressão "cruzados" e "imperialismo" e a sua história completamente desvalorizada. A arqueologia e a História do Médio-Oriente - antes do aparecimento do islão e das conquistas árabes do séc. VII - estão arabizadas e islamizadas. Os livros das escolas religiosas continuam a ensinar a jihad, com a tradicional decapitação dos infiéis descrita na tal universida al-Azhar, onde o Obama discursou excitado. As regras obrigatórias da dhimmitude também não são esquecidas. Tudo isto foi descrito por David Littman na tal Sub comissão da ONU.
Como é que se explica que não se ouça uma só palavra dos responsáveis da UE, sempre tão atentos aos "direitos" dos muçulmanos na Eurábia, sobre os assassínios de cristãos, no Egipto, no Iraque, no Sudão, na Indonésia, etc?
A resposta é simples: o islamismo entrincheirou-se nos centros nevrálgicos estratégicos da Europa, estando a elaborar um engenharia socio-política irreversivel em direcção à dhimmitude: a sua obediência respeitosa ás regras da sharia em relação ao comportamento social e político, ao ensino e ao género, são a prova disso. A responsabilidade, diria mesmo a culpa, é da Comissão Europeia, que fixou uma agenda política, organizou o financiamento para impor esta agenda através de todo o espaço, político, económico, cultural, religioso e social da União Europeia.
Por isso neste inicío do ano da Graça de 2011, faço votos para que a UE, a terra da dhimmitude, seja destruída, pela crise económica ou por qualquer outra.

Sunday, December 12, 2010

Londres Lambe as Feridas.


Os cartazes do grupelho de extrema esquerda "Socialist Worker": os responsáveis pela violência em Londres.

Já aqui deixei escrito numerosas vezes, que o multiculturalismo na Inglaterra, está a levar a Velha Albion, para caminhos políticos muito pouco recomendáveis. A realidade dos factos está-me a dar razão.
Os efeitos da Santa-Aliança entre o esquerdismo antifa e o islão, abençoada por uma classe de jornalistas tendenciosos e militantes (os Daniéis Oliveiras de Sua Majestade), estão bem á vista nos recentes eventos ocorridos na capital britânica.
Tornou-se claro, desde cedo, que as manifestações dos estudantes foi infiltrada pela extrema esquerda inglesa perante uma polícia abúlica e não preparada para lidar com anarquistas e trotsquistas açanhados. (O que raio andaram a fazer os serviços de informação, que deviam ter antecipado as infiltrações de extremistas no seio deste movimento estudantil espectável?) 
A violência demonstrada vai muito para além da recusa da lei das proprinas. É o próprio regime democrático e a sociedade ocidental, conforme a conhecemos, que está em questão, como tão bem explica Dick Tavern no livro The March of Unreason: Science, Democracy, and the New Fundamentalism.
O padrão repete-se um pouco por toda a Europa, com as autoridades policiais e os governos irresponsáveis a limitarem-se a observar o assalto violento ás democracias liberais do Continente. Presos na teia do multiculturalismo que criaram, tolerante a todas as formas de intolerância, os governos, os partidos políticos e a UE, acossados por uma imprensa esquerdista simpatizante com a causa da falência da Civilização Ocidental, não mexem, por incompetência, por eleitoralismo ou por medo. A confiança dos antifas é de tal ordem elevada, que já reclamam ostensivamente pela revolução e pelo banho de sangue consequente.
O desrespeito demonstrado por qualquer simbolo Ocidental e pela democracia, desde a tentativa de invasão ao Parlamento inglês até ao ataque à limousine dos Principes Reais e à estátua de Winston Churchill, é só um pequeno vislumbre daquilo que vai acontecer a curto-prazo nesta Europa.
Europa que está ligada à máquina, em estado de coma por culpa própria, doente terminal de um vírus que ela própria criou e tratou de difundir - O esquerdismo multiculturalista.

No rescaldo desta jabardice esquerdista, elementos da EDL foram vistos a limpar a estátua de Winston Churchill.

Wednesday, November 24, 2010

Julgamento de Elisabeth Sabaditsch-Wolff.

Iniciou-se em Vienna de Áustria, o julgamento de ESW por ter citado palavras do Corão. Na Eurábia, os infiéis, isto é, os não-muçulmanos são já considerados dhimmis, cidadãos de segunda uma vez que a Europa está já ocupada pelo Islão. Se não está, parece, e daí podermos ter sérios problemas em citar, criticar e manifestar contra  a islamização da Europa, sob pena de sermos considerados culpados de "incitamento ao ódio", que não é mais do que um eufemismo para eresia, imposto pelos inquisidores que defendem o Islão, para que este possa triunfar sem demora e sem obstáculos na Europa.
Contudo ESW, vai apresentar duas personalidades que a vão defender. O professor Jansen, um holandês que assistiu Geert Wilders durante o julgamento, um dos maiores arabistas mundiais e Wafa Sultan, originária da Síria que vive nos EUA e apóstata muçulmana. Wafa Sultan é psiquiatra e especializada na tirania teológica e ramificações políticas do Islão.
Apoiamos ESW nesta sua batalha pela nossa liberdade comum, contra a inquisição muçulmana, contra a injustiça e contra a islamização da Europa.
Deixo aqui, via Gates of Vienna, excertos do interrogatório de ESW:

Lawyer: What is meant by “We are decadent”?


Elisabeth: That is the point of view of Islamic fundamentalists.

Lawyer: What is meant by “We do not want Sharia here, full stop”?

Elisabeth: Free, secular societies is what we want.

Lawyer: What is meant by “Islamic law is not compatible with free societies, we need to understand this.”?

Elisabeth: Islam is a whole, and this whole is not compatible with free societies like the Austrian.

Lawyer: Did you see any veiled Muslim men?

Elisabeth (laughing): No, this is an obligation only for women.

Lawyer: You were referring to Paris, Brussels, Rotterdam. What is the meaning of that?

Elisabeth: This is a reference to the no-go zones, where Sharia is effectively the law. There immigrant youths torch cars, throw stones at the police, etc.

Prosecutor: Are each and every one of these persons Muslims?

Elisabeth: The majority are.

Lawyer: What is meant when you say: “How many times have we been told that Islam is a Religion of Peace?” Is this an incitement to hate or violence?

Elisabeth: I do not mean to incite hatred or violence. We need to be informed, make people aware, inform our politicians and write letters to the newspapers.

Lawyer: What is meant by “We do not want gender apartheid, polygamy”?

Thursday, November 18, 2010

França: Caça à Polícia em Zona Muçulmana.

Palavras para quê?...São muçulmanos da Eurábia...

Saturday, November 6, 2010

Lyon (2)

Procurámos no passado as  possíveis raizes da violência política na Europa actual, partindo das manifestações de Lyon.

Em França, bem como na Inglaterra, os primeiros na esquerda a reconhecer que algo de grande tinha acontecido naquelas manifestações dos anos 80, foram as ridículas seitas trotsquistas, grupelhos saudosistas do Maio de 68, sem qualquer expressão política. Esta esquerda não democrática, viu uma oportunidade de luxo para crescer. Os trotsquistas sabiam muito bem que, de um ponto de vista marxista, o islamismo era menos do que agradável. Nos anos 40, os trotsquistas geraram uma literatura própria sobre o fascismo e o  islamismo, nomeadamente um ensaio sobre a natureza fascista da Irmandade Muçulmana, escrito por Tony Cliff, o fundador do British Socialist Workers Party. Mas isso aconteceu há muito tempo. E os trotsquistas actuais orgulham-se de não serem mimados! Além disso, o camarada Cliff não era a única autoridade política do passado. Os trotsquistas dos anos 80 e 90 foram capazes de reclamar para si, que o trotsquismo começou como um estilhaço do comunismo soviético; capazes de relembrarem que nos anos iniciais da revolução soviética, os comunistas na Ásia Central e do Sul, costumavam perseguir uma política astuta e amigável relativamente aos  revolucionários islâmicos.
Os trotsquistas dos anos 80 e 90 abominavam organizações como o SOS Racismo e a esquerda moderada da moda, Bernard-Henry Lévy, os Novos Filósofos, considerando-os nada menos do que excrescências da burguesia. Foi nessa altura que os trotsquistas olharam, para os cada vez mais visíveis islamistas que se manifestavam, armavam confusão e provocavam violência nas cidades francesas sempre que podiam. A sociedade francesa estava (e está) apática face a estes novos gangs donos da rua e os trotsquistas, oportunos, quiseram apanhar a boleia de um movimento que consideraram sociológico, em vez de ideológico. Colocavam agora o foco na classe social, em vez das ideias. O islamismo pode ser terrível, para qualquer tipo de ponto de vista normal de esquerda, mas olhado sociologicamente, no entanto, os islamistas apareciam aos olhos dos esquerdistas, uma rebelião proletária. Um movimento vindo de baixo. A violência nas ruas de imigrantes incendiava a imaginação e  as pulsões revolucionárias destes homeless trotsquistas franceses que ficaram impressionados e... asnos. E, no espírito da solidariedade marxista e de uma rematada idiotice, estenderam-lhes a mão. E desta santa aliança contra o capitalismo, os USA, Israel, a Europa e o Ocidente, nasceram os antifas. Esta união foi paradigmática para todos inergúmenos da extrema-esquerda que se radicalizavam cada vez mais.
Grupelhos marxistas e a ultra-direita islâmica estava agora estratégica e tacticamente unidos, infiltrando-se em manifestações, que acabavam frequentemente em violência. Foi o caso da marcha de Paris contra a invasão do Iraque, não porque um grande contigente da Baatistas (partido de extrema-direita) seguiam em apoio do facínora ditador iraquiano Sattam Hussein, mas porque na manifestação seguiam judeus pacifistas envergando yarmulkes na cabeça. Um grupo de manifestantes "pacifistas" irromperam
na multidão espancaram os judeus e impediram-nos de continuarem. Esta violência numa manifestação alegadamente pacifista, anunciava algo de novo. Este ataque aos judeus de esquerda só por serem judeus tinham agora a marca dos antifas, tinha a marca dos trotsquistas e dos anarquistas aliados do islamismo. Estava-se muito longe das marchas dos anos 80 cuja  palavra de ordem era: "Não toques no meu amigo". E muito mais longe das palavras de ordem do Maio de 68: "Nós somos todos judeus".
Nos próximos dias em Portugal, por alturas da Cimeira da NATO, vamos assistir à acção directa dos antifas. Simpatizantes do Bloco de Esquerda, dos Black Bloc e de outros extremistas prometem incendiar Lisboa.
Esta gente já não é de esquerda. Esta gente são os novos SA nazis...com apoio parlamentar.