Sunday, March 18, 2012

Arqueologia e Aquecimento Global.

Vikings na Gronelândia produziam localmente cerveja e hidromel

Apesar do descrédito que a seita do aquecimento global goza actualmente na opinião pública, os meios materiais que possuem para continuarem a propagandear a mentira e a manipulação são gigantescos. Com (e apesar) os idiotas dos políticos ocidentais domesticados, e com toda a comunicação social mainstream como aliada, a máquina continua mover-se tão eficazmente como os panzers nazis atolados nas lamas do Inverno russo. 
Os alarmistas do global warming não tendo o tão desejado Inverno ameno e o aquecimento útil para sustentar as suas delirantes e manipuladoras teorias do aquecimento global, culpam agora o desaparecimento do gelo do Árctico pelo frio extremo que se fez sentir recentemente na Europa. Claro que os tipos não mencionam a causa de semelhante degelo...mas quem precisa de saber as razões concretas e exactas? Para a populaça cientificamente iliterada, hão-de chegar e sobrar os soundbytes pseudo-científicos exaltados pela corja.
Os alarmistas do clima, como aqueles animais simpáticos, nunca mudarão de ideias mesmo que estejam "debaixo" da calote glaciar de uma nova idade do gelo. A religião do aquecimento obriga!
Num interessante artigo de Anthony Watts (http://wattsupwiththat.com/2009/05/13/arctic-non-warming-since-1958/) mostra-se que o Árctico não aquece desde 1958. Para além disso, é lugar comum na comunidade científica, considerar que nos anos 40 do século passado, o Árctico estava mais quente do que actualmente. 
Num outro tempo, no chamado Período Quente Medieval, período climático riscado da História pelos estalinistas do aquecimento global, os vikings emborrachavam-se violentamente de cerveja e hidromel na Gronelândia, a Terra Verde. 
Agora chegaram as provas. Arqueólogos do Museu Nacional da Dinamarca conseguiram confirmar que o chefe viking, Erik o Vermelho, e o seu povo produziam cerveja na Gronelândia a partir do centeio ali cultivado. O que prova que mais ou menos no tempo do nosso Afonso Henriques, a Gronelândia, sem fábricas, carros e aviões a riscarem o céu, estava mais quente do que actualmente. Para além da cerveja, os vikings produziam ali também hidromel, aveia para as sopas e papas (gruel) e pão de centeio.
Tomem lá e embrulhem!
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