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Thursday, November 3, 2011

O Circo

A Eurábia está (uff! finalmente!) á beira do Kaos with a view to Waterloo. Como zona económico-política construída nas costas dos povos, não democraticamente portanto, a UE tem medo dos referendos como o diabo da cruz. O pânico foi generalizado e o Euro ficou á beira do colapso com o anúncio do refendo grego. A pressão política, a chantagem, as ameaças, foram de tal ordem que, hoje, Papandreu deu o dito por não dito, afastando a hipótese de consulta aos gregos, desde que consiga um voto maioritário e eufemistico no parlamento. A UE que sair desta crise, se sair, vai ser uma "União" mais oligarca e dividida do que nunca. Por um lado, um directório que se quer impor. Por outro, uma elite de burocratas-comissários que quer governar. As nações, esmagadas por estes dois movimentos de tomada de poder, estando demograficamente exauridas,  não possuindo capacidade revolucionária centrífuga, a Europa de uma maneira ou outra, colapsará para o centro. Uma nova tirania surgirá, apoiada pelos muçulmanos que serão sempre aliados, das forças centríptas que os protegem, isto é, dos funcionário-burocratas-comissários e da ideologia multiculturalista da Comissão Europeia. De qualquer maneira, os demónios da Europa, estão de volta. E as ruínas também. E não só as gregas.
Para que este cenário algo prospectivo possa não acontecer, é urgente a realização de um referendo a nível europeu sobre a (des)construção cultural, social e económica das suas nações. Para que os povos se possam esclarecer mutuamente se se revêm nesta Europa ameaçada e ameaçadora, da austeridade, do desemprego e da islamização.
 Costuma-se dizer que um mal nunca vem só. Ontem, as instalações do jornal humorístico francês Charlie Hebdo foram atacadas e incendiadas por muçulmanos, só porque fez uma edição, como sempre cómica, em que o Director convidado foi nem mais nem do que a figura do profeta pedófilo, o Maomé. A edição correspondente foi intitulada Charia Hebdo. O Silêncio perante mais este incêndio da liberdade de expressão, é insurdecedor e uma prova cabal de que islamização é já um facto adquirido. Fosse o papa a criticar a homosexualidade instituída e cairia o Carmo e a Trindade.
 Os 3 livros mais lidos lá pelas bandas civilizacionalmente mal frequentadas das Arábias e do Norte de África são o corão, o Mein Kampf do Hitler e o livro falso anti-semita "Os protocolos dos Sábios do Sião". Todos aqueles 3 livros apelam á morte dos judeus. Cá por Portugal, pelos vistos também há sectores minoritários da política portuguesa que os consultam ávidamente. Não sei se os militantes comunistas se inspiram no corão (não me admirava nada!) ou não, mas que no Mein Kampf do Hitler e no anti-semitismo, não temos dúvidas. Aliás é o próprio jornal nacional-comunista, O Avante que utiliza teses daquele livro racista publicado no final do séc. XIX "só" para atacar o governo.
Que os comunas sejam uma merda, já todos nós sabemos. Já nos tinhamos esquecido, no entanto, que são uma merda tão radicalmente malcheirosa. Para que este mau-cheiro racista anti-semita não torne este país ainda mais nauseabundo, talvez fosse boa a altura para aproveittar e atirar com os gajos lá para os pantânos de Tunguska. Mas se, devido à crise, não houver dinheiro suficiente para tal ponte aérea, qualquer ETAR servirá como substituto  (reciclável até) daquele destino siberiano. Entravam como comunas malcheirosos e saiam como socialistas aprumadinhos e politicamente correctos.
Imaginem só a quantidade de postos de trabalho que os portugueses, com vontade de trabalhar, teriam disponíveis. Só na primeira hipótese claro está. E o que a economia cresceria! É uma questão a pensar seriamente pela sociedade portuguesa. Já agora, faça-se um referendo. Aceitam-se propostas para a pergunta a fazer aos portugueses.

Tuesday, November 1, 2011

Também Sou Um Indignado

Nos próximos tempos as ruas portuguesas vão ser agitadas com desfiles, maioritariamente de funcionários públicos, encabeçados pelos dois dos mais gordos nababos da política nacional, os eternos dirigentes das centrais sindicais, pela extrema-esquerda, e pelos oportunistas do costume - os socialistas.

O que á primeira vista parece ser uma manifestação anti-governo, são afinal de contas as entranhas agitadas (indignadas) do aparelho de estado: As reinvidicações são claras: querem ser mais bem pagos e reformarem-se mais cedo, querem 14 meses de ordenado quando só trabalham 12...etc.  
Mas quem vai pagar para isso? A resposta a esta questão não constitui o problema deles, e muito menos dos dirigentes sindicais que já têm a vidinha bem subvencionada, com 1 ou 2% dos salários dos seus associados descontados para as suas estruturas de classe vitalícias, estando-se completamente nas tintas para a aritmética da nossa ruína e do nosso descontentamento.
É assim que querem continuar numa confrangedora dissonância cognitiva face á realidade da banca rota portuguesa criada pelo socialismo. No fundo todos estes indignados querem ainda mais estado. Eu não. Por mim, privatizava tudo menos a Justiça, as Polícias e as Forças Armadas. Portugal precisa mais de cidadãos empreendedores e livres e menos de servos da gula do estado. O Jurássico Estado tutelar português é a fonte da nossa pobreza, do nosso atraso, da corrupção e do provincianismo nacional.

O amanhã já foi gasto… hoje. Talvez porque na Europa já quase que não há filhos e muito menos haverão netos. E portanto não haverá futuro. O desporto preferido dos estados salteadores sociais não foi o de imprimir dinheiro mas o de imprimir cartões de crédito. Como dizia Mrs Thatcher, o problema do socialismo é gastar completamente o dinheiro das pessoas. No entanto, a Europa actual, avançou para um estádio superior de desastre. Para além de ter esgotado o dinheiro, esgotou-se também de pessoas.

Bestial!, gritarão os progressistas e ecologistas. Acabemos com a explosão demográfica agora que já somos 7 biliões de almas neste terceiro calhau a contar do Sol.

Os portugueses já gastam mais com os cães do que com os filhos. Portugal tem a 3ª taxa mais baixa de fertilidade do mundo. Na Alemanha, uma em cada três fraulein retiraram-se completamente do negócio da maternidade. A população em idade de trabalhar na Alemanha vai decrescer 30% nas próximas décadas, afirma Steffen Krohnert, do Berlin Institute for Population Development. As áreas rurais verão um declínio massivo e muitas aldeias simplesmente desaparecerão. Nada do que já não tenha acontecido em Portugal. No futuro, a Alemanha e por maioria de razão toda a Europa, será um bloco económico-político bastante fraquinho.
Como bem diz Mark Steyn no seu último livro, After America (pedindo emprestado o conceito ao Minority Report de Philip K Dick), a União Europeia cometeu um Prè-crime: assassinou a próxima geração.

Monday, June 6, 2011

SAYONARA!

Foram seis anos de má governação que agora terminou. E terminou no paraíso económico socialista do costume...a bancarrota. O povo português foi, durante todos estes anos, tratado por  este engenheiro manhoso, com menoridade política e até intelectual. A mentira, a demagogia mais grosseira, a manipulação, o engano e a arrogância...foi sempre a principal estratégia política deste senhor. Como se a mais antiga nação da Europa fosse tão só, uma camada de analfabrutos, incapazes de ver para além da curtina de fumo da propaganda, produzida pela máquina socialista tecnocrática, que colocou o país de joelhos ao serviço dos "triunfadores" socialistas. O Partido Socialista confundiu-se com o Estado Português. E a malta não gostou.
Os portugueses "despediram" ontem Sócrates dando um sinal de elevada maturidade política e cívica. O povo, demonstrou mais uma vez, ter muito mais nível do que estes governantes, que agora jazem no caixote do lixo da nossa História política. E com eles, os comentadores e jornalistas (e foram muitos), que obedeceram sempre á voz do dono, numa espécie de travestis da liberdade de expressão, porque calaram e consentiram os maiores ataques a essa mesma liberdade, desde o 25 de Abril.

Monday, April 18, 2011

A Rosa Morreu: Que Partido É Este?

Num programa de debate televisivo, Francisco Assis, um tribuno socialista de pensamento rápido e palheta fácil, disse perante o país, que a autocrítica, estava fora da praxis política socialista, por a considerar algo... beata. Para além de ser conveniente para o actual Primeiro-ministro demissionário e Secretário-Geral da Rosa, que, qual Dorian Gray, não se querer ver no retrato de seis anos de governação corrupta e catastrófica para Portugal, esta afirmação é de uma gravidade extrema.

O que Francisco Assis defendeu, foi o que esteve na origem dos totalitarismos do Séc. XX. Dar valor ao indivíduo (neste caso Sócrates), que implicitamente nas suas palavras, transcende o espírito dominante da ordem social desprovida das convenções democráticas asfixiantes, tendo a obrigação de exprimir a sua autonomia moral e a sua independência psicológica face às consequências da sua governação, aos valores e às instituições do regime, ou seja, o parlamento, o Presidente da República, em última análise, aos contribuintes. Teria Francisco Assis pensado bem no significado daquelas palavras? Depois do Congresso Socialista, e do triunfo da mentalidade de rebanho daquele Partido, parece-me que Francisco Assis conscientemente e até por questões eleitorais, ressuscitou a figura do Ubermencshen em Sócrates, com a mesma facilidade com que o espertalhaço do Emídio Rangel, também da área socialista, afirmava há uma década e meia nas televisões, que vendia políticos como sabonetes.

Aproveitando a facilidade da maquilhagem mediática da “personalidade carismática” de Sócrates, no antípodas daquela caracterizada por Max Weber, Assis torna-se, mesmo que em amena cavaqueira de entretenimento político televisivo, um agente activo e constante da propaganda socialista, que reconhece que Sócrates, “um especialista sem espírito e um gozador sem coração”, deve estar acima de limitações circunstanciais, confiando em absoluto e exclusivamente na sua força psicológica e no seu voluntarismo.

A História está cheia de ditadores que só reconheciam e lhes era só reconhecido a determinação e os constrangimentos internos.

Sunday, April 10, 2011

Portugal Tem Donos.

Sempre teve. Meia dúzia de famílias abastadas mandaram sempre em Portugal, directamente ou através de governantes seus representantes. Porém num regime democrático e repúblicano não deveria ser o caso. Mas é. Se no passado foram interesses económicos mais do que ideológicos a determinar a dominância de muito poucos sobre muitos, agora para além desses mesmo interesses relacionados com o dinheiro, temos a ideologia politicamente correcta dos novos senhores "feudais".
Existem 2 ou 3 linguístas, que julgam que a lingua-pátria lhes pertence, que decidiram alterar a ortografia a seu bel-prazer, sem dar cavaco ao povo, sem referendos, sem discussão pública fora dos provincianos "salões literários alfacinhas". Agora, obrigam-nos a escrever com erros numa ortografia asquerosa que dá ainda mais vontade de utilizar o Inglês como...Língua materna. Quer os senhores gostem ou não, haverá certamente milhões de portugueses que os vão mandar abaixo de Braga e vão continuar a escrever português de Portugal. O Português que se fala e escreve no Brasil, está irremediavelmente em evolução radiativa, isto é, está afastar-se progressivamente do Português falado em Portugal. Daqui a umas centenas de anos, não nos perceberemos sem tradução. Será o que o Português vai andar a reboque deste facto?

Existem também 2 ou 3 historiadores, aliás até comunistas, que julgam que a História de Portugal lhes pertence, e aí estão para determinar como os portugueses devem pensar no seu passado. E os tipos propõem o revisionismo. Irónico não? Fazer lavagem ao cérebro das criancinhas através dos manuais escolares é o que eles se preparam para fazer. A Reconquista Cristã será o alvo principal dos censores-revisores comunistas. Certamente que a guerra de libertação e independência contra o jugo muçulmano e contra os castelhanos, será um dos alvos preferenciais a re-escrever. Mas também os Descobrimentos que serão sempre referenciados como uma epopeia imperialista e colonialista. Tudo isto apagando as condições conjecturais do tempo em que estes acontecimentos ocorreram e colando-lhes a ideologia politiqueira actual, o politicamente correcto.
O que estes tipos se preparam para realizar nos manuais escolares, é não só manipulação política de consciências indefesas como são as das crianças, mas sobretudo uma doutrinação política em direcção ao Outro que deve dominar sobre Nós. Negam-nos o passado como nação concreta e uniforme e passam a apresentar o conceito da Nação em função do Outro, para que a nossa História coincida com a ideologia multiculturalista da actualidade.
Os comunas, são barras, isto é são habilidosos a rescrever a História no sentido em que esta lhes proporcione maiores vantagens políticas. 
São quase tão habilidosos a rescrever a História como a assassinar, pessoas, povos e nações.
A este propósito deixo aqui a sugestão para que vejam o filme chamado Katyn, de Andrzej Wadja, largamente ignorado neste país comunistóde. O filme é um autêntico manual de instruções de como os comunas apagam e re-escrevem a história...dos seus crimes. Talvez por isso tenha sido "apagado" dos écrans dos cinemas em Portugal.
Um filme que precisa de ser visto.

Saturday, April 9, 2011

Chapelada à Vista?

Seis anos de governo de Sócrates mostrou que este indivíduo é capaz de tudo o que seja indigno de um sistema político democrático da Europa Ocidental.

Em apenas 24 horas, o tiranete das beiras, é capaz de mudar 180 graus ao seu discurso político, e apresentá-lo aos portugueses e á comunicação social, aliás dócil, com a mesma convicção e agressividade com que na véspera afirmava exactamente o contrário. Só um facto é constante do seu discurso…a culpa é sempre dos outros. Em seis anos, este Primeiro-Ministro, colocou o país, talvez na maior crise económico-social de que há memória.

Nos primeiros 3 anos de governação, culpou sempre o anterior governo do PSD e as corporações para legitimar um ataque feroz à classe-média, digno de um regime totalitário terceiro-mundista, e enquanto se armava em paladino reformador estragava tudo em que tocava. O exemplo fundamental é o da Educação. Armado de um sistema de avaliação confuso, para ser ligeiro, Sócrates destruiu o que ainda funcionava do sistema educativo. A vontade missionária dos professores, que permitia ultrapassar muitas das deficiências e insuficiências do sistema, foi a primeira vítima. Humilhados, os professores “acordaram” num sistema burocrático kafkiano. A negociação foi sempre impossível, a intransigência sempre constante, mesmo com toda a classe profissional na rua.

Depois seguiram-se inacabáveis episódios dignos de uma ópera-bufa Venezuelana, com casos e casos de corrupção não resolvidos pelos tribunais. Onde as evidências de corrupção emergiam, Sócrates estava por perto.

A crise em 2009/2011. Sócrates jurava a pés juntos que a crise ia passar ao largo. Nota-se muito? Vivendo numa realidade alternativa, Sócrates prometia os amanhãs que cantam na forma de TGVs, e energias limpas, quando o país não tinha dinheiro para mandar cantar um cego. A economia parava. Os ratings da República baixavam ao ritmo da subida das taxas de juro da dívida portuguesa. Furtando-se a qualquer responsabilidade, Sócrates erigiu teorias da conspiração: os mercados, os especuladores, a direita, eram os culpados pelo ataque a tão bem “sucedida governação”. Por fim veio a farsa do FMI. Sócrates jurava que nunca governaria com o FMI porque Portugal não precisava de ajuda externa. Aí está o FMI! De quem é a culpa. Nunca é dele.

Levanta-se-me uma inquietação á medida que a demagogia e a mentira instituída prosseguem o seu percurso impune do governo Sócrates. O meu ponto de vista é o seguinte: Com as sondagens em baixo, Sócrates demitiu-se. Em qualquer país normal e democrático, este seria o seu fim de linha. Mas o tipo revela uma confiança, algo assustadora, no desfecho do próximo acto eleitoral. Que informações é que ele tem que a opinião pública desconhece?

Espero muito que me engane, mas parece-me que as confusões eleitorais nas Presidenciais, que não permitiram que dezenas de milhares de portugueses pudessem ter votado, foram um simulacro de uma fraude eleitoral. Será que foram exclusivamente uma deficiência técnica? Ou foram um treino para as próximas eleições?

O Sócrates (e o seu Partido Socialista) tem o perfil suficiente para dar uma chapelada nas próximas eleições.

Espero que me engane nesta minha teoria da conspiração.

Monday, March 14, 2011

Onde Páram Os Canários?

Enquanto a Sky News, e outras estacões internacionais, emite continuamente sobre a tragédia japonesa, dando-nos a oportunidade de acompanhar todos os desenvolvimentos quase em directo, as televisões portuguesas, com principal destaque para a SIC Notícias, entretêm-se com o futebol indígena, a manifestação da Geração Apertada e com a obsessão da crise. Com a excepção de curtas peças nos noticiários de maior audiência, o que se passa no Japão é olimpicamente omisso. Fosse a tragédia num qualquer pardieiro terceiro mundista, como o Haiti por exemplo, teríamos directos, como foi o caso, não jornalísticos, mas pseudo-humanitários de um tipo de informação piegas, que se aproxima mais do raio de acção de uma qualquer ONG do que de jornalismo objectivo.

Neste particular, e não só, o poder político instalado, acompanha a mediocridade e o provincianismo da comunicação social portuguesa. Para o Japão, não foi, tanto quanto eu sei, accionado qualquer tipo de apoio ou manifestado qualquer tipo de solidariedade por simbólica que fosse. O corpo especial de aves canoras, os Canarinhos, que tão activos estiveram no terramoto do Haiti, acompanhados por especiais televisivos e por Ministros em pose grave, desta vez ficou na gaiola. Fomos os primeiros europeus a chegar ao Japão. A memória histórica devia ser preservada-respeitada e os laços de amizade com o Japão poderiam ser, neste momento difícil para o país do Sol Nascente, aprofundados. Ainda por cima a ideia de Portugal no Japão está bem viva e os portugueses são por lá bem-vindos. A língua portuguesa também, graças a uma grande comunidade de japoneses nascidos no nosso país irmão – O Brasil.

Ao mesmo tempo que o sismo japonês centrou a atenção do mundo, o Coronel Kadafi aproveitou a coisa, para desancar nos revoltosos, que apesar de muitos Alás Akbares uivados, veêm já as tropas do Córónél às portas de Benghazi. E enquanto a Liga Árabe e alguns esquerdistas euárabes “engolindo sapos do tamanho de elefantes” apelam a uma No Fly Zone sobre a Líbia, numa demonstração de apoio “póstumo” à política de Bush, basta ver o "pourqui et porquoi" nos salões diplomáticos ocidentais, para concluir que ninguém vai levantar um dedo.

Em Israel, um palestiniano, uma besta cobarde, matou toda uma família israelita na cama enquanto dormia. Incluindo um bebé. Como resposta, o executivo israelita autorizou a construção de mais casas. E mais uma vez o jornal diário da extrema-esquerda portuguesa, o Público, tomando “as dores” dos palestinianos por suas, condenou a decisão de Benjamin Nethanyau

Wednesday, January 26, 2011

Faltou Alegria ao Alegre.

O "banho" que a esquerda burguesa tomou nestas Eleições Presidênciais foi monumental. O Manel Alegre, e o seu gang de esquerdistas bafientos do Bloco, levaram uma tareia eleitoral das antigas. Não sei a que preço estará o melão, mas apesar de não ser fruta da época, deve estar barato.
Curiosamente, faltou alegria á campanha do Manel Alegre. Faltou música. Se me tivessem pedido a opinião, eu teria aconselhado o seguinte, e bonito, trecho musical para hino de campanha do Alegre e sus muchachos. Estou convicto de que as meninas rabinas do Bloco davam conta do recado, abanando ao manifesto, solidariamente e em ruptura, suas belas, boas e bem tratadas ancas, com esta linda modinha sul-americana, adaptada pelas Terry Twins.

Friday, December 31, 2010

Gerações

O artigo de opinião de Helena Matos que ontem saiu no Público, a meu ver, é dos melhores artigos do ano de 2010. Bullseye, isto é na mouche! Ou quase. Eu distinguiria duas situações:

Primeiro, geração dos anos 60 americana foi diferente da europeia. Foi bastante mais produtiva e fizeram algo para bem da humanidade. Os Neo-Cons vêm desta geração, por exemplo. De facto, o que ali se passou, foi uma revolução de mentalidades, que correu bem porque o lirismo esquerdisto-pacifista degenerou, e os hippies, freaks e outros da contra-cultura do LSD, deram em bons criativos em diversas áreas, desde a informática até à conquista do espaço. Isto de uma maneira geral, é claro.

Por cá na Europa, viraram-se para o maoismo, para o anarquismo e para o terrorismo, do tipo Brigadas Vermelhas ou Baader-Meinhof,  inspirados por ideologias do Séc.XIX. Os moderados, entretanto, passaram a viver do e para o “estado social” tentacular, mafioso e degenerativo da economia e da sociedade, como Helena Matos bem o caracteriza.

Por outro lado, quanto a mim, a geração mais perniciosa é a pós-punk, aqueles que não ouvem nada antes dos Joy Division. Estes saudosistas-invejosos do PREC, andavam de fraldas e chupeta quando o 25 de Abril e eventos seguintes ocorreram. Vendendo a alma ao diabo, dando anos de vida para terem vivido o Verão quente de 75, são estes sobretudo, pelo menos a maioria, que alimentam partidos burguesitos e extremistas como o Bloco de esquerda, na esperança miraculosa de viverem aquilo que lhes passou ao lado. No fundo ainda andam de bibe só que agora em vez do Pato Donald na fronha têm uma estrela vermelha estampada.

Sunday, October 24, 2010

Revisão Constitucional

As propostas de revisão constitucional que os partidos de esquerda vão apresentar, incluem o voto dos imigrantes nas eleições legislativas. O oportunismo desta malta é evidente. Tudo isto não passa de um truque cínico para ser usado com fins eleitorais. Não lhes interessa que manipulem desavergonhadamente os imigrantes, utilizando-os como animais amestrados, transformando-os em dependentes crónicos dos dinheiros da segurança social em troca de direitos eleitorais, isto é, de votos naqueles partidos. Se a coisa for para a frente, espero que alguém se lembre de inscrever também na Constituição Portuguesa, a obrigação dos imigrantes respeitarem os símbolos nacionais, a Igreja Católica e os valores dos portugueses...já agora, saberem falar Português, também deveria ser exigido.
Em Oklahoma nos EUA, uma revisão constituicional (Emenda) bem mais corajosa pode estar na calha. Um grupo de cidadãos lançaram uma campanha mediática contra o islamofascismo, no sentido de garantir apoios para uma Emenda Constituicional que proiba os tribunais americanos de considerem a lei islâmica, ou qualquer outra lei estrangeira. O grupo refere que a Emenda Constituicional irá prevenir o controle ou a tomada de poder, por extremistas islamistas a partir de dentro. Brigitte Gabriel referiu à comunicação social que "queremos ter a certeza de que os cidadãos de Oklahoma ficam completamente bem elucidados acerca da lei da sharia e das suas ramificações."
 Noutras noticias:
Um minarete de 21 metros de altura está a ser construído em Poitiers, a cidade onde em 732 Charles Martel correu, à espadeirada e à martelada, os exércitos muçulmanos invasores. Altifalantes serãos instalados, embora os tipos tenham prometido que iam ficar calados. Então, porque é que os estão a instalar? Os franceses são ingénuos, pois ainda se fiam nas promessas dos serracenos.
Dentro de pouco tempo, os franco-gauleses daquela região vão ter que se acostumar a ouvir 5 vezes por dia, que o Alá é o maior, que não há outro deus senão Alá, que o Maomé é o profeta ideal, e bacoradas do género. Paralelamente a esta profissão de fé, os sinos da igrejas continuam inacreditavelmente neutras - especialmente desde que só servem para indicar as horas.

Segundo o The Observer, a baronesa Warsi (ministra muçulmana) foi afastada por David Cameron da participação numa conferência islâmica, provocando uma amarga discussão no interior dos Tories, acerca de como é que o governo está a lutar contra o extremismo islamista.
A referida conferência é denominada, Global Peace and Unity Event, e é já considerada como a maior concentração multiculturalista da Europa e vai ocorrer em Londres. Os seus objectivos são contribuir para melhorar as relações comunitárias, embora observadores independentes, apontem que um bom número de oradores participantes são homofóbicos, apologistas da al-Qaida, de ataques suicidas e do terrorismo. A ministra Warsi, considerada uma voz importante dentro das comunidades muçulmanas, pessoalmente acredita que confrontar o fundamentalismo em público é mais eficiente. Paul Goodman, ex-ministro Tory das Comunidades afirmou que: "o objectivo dos organizadores é explorar os políticos usando a sua presença, para ganhar força, influência e credibilidade entre os muçulmanos ingleses. Os politicos não devem jogar esses jogo."

Monday, October 18, 2010

Portugal No Conselho De Segurança da ONU


O alarido mediático e a satisfação geral da eleição de Portugal para o Conselho de Segurança das Nações Unidas, parece ter enchido os portugueses de orgulho pátrio, e foi bem aproveitado como propaganda socialista, pela matilha de ladrões socialistas que nos governa, como um sinal evidente das boas qualidades  negociais do ocupante da pasta dos Negócios Estrangeiros, o Ministro Amado. E por conseguinte das boas qualidades do governo do Sócrates. Até porque passámos á frente do Canadá e isso enche de orgulho os saloios do costume. Mas é aqui que as coisas começam a cheirar mal. Ninguém explicou, ao socialisticamente-esmagado-de-impostos-povo-português, porque é que o Canadá foi afastado da eleição.
O Canadá retirou a sua candidatura quando se tornou evidente que o bloco árabe e os estados islâmicos se viraram contra o país, concedendo o lugar a Portugal, que representa um politica mais flexível para aqueles e uma posição de cobardia moral e de apaziguamento, com tomadas de posição que são normalmente contra o estado de Israel. Neste sentido, a recusa do Canadá em vender Israel custou-lhes o assento no Conselho de Segurança.
Na verdade, durante a apresentação das candidaturas, o governo do Canadá anunciou o fecho de um importante pacote de negócios com Israel. Para além disto, o Canadá opôs-se à pretensão dos Emirados Árabes Unidos (EAU) de ligar os direitos de aterragem da aviação comercial com as posições da politica externa dos países. Assim, para além de organizarem a oposição ao Canadá no Conselho de Segurança, os EAU retiraram unilateralmente o acesso canadiano ao Campo Mirage, que é utilizado na última década para colocar as suas tropas no Afeganistão. Numa espécie de birra infantil, que nos adultos toma forma de paranóia psicopatológica, os EAU também não permitiram que o avião em que o Ministro da Defesa do Canadá viajava, sobrevoasse o país, depois de uma visita às suas tropas no Afeganistão.
Entre as nações ocidentais, o Canadá é aquele que tem uma posição mais clara na defesa dos legítimos direitos e interesses de Israel. Eles pagaram e vão continuar a pagar por isso. E hoje os canadianos podem sentir um genuíno orgulho por terem de pagar pelo desafio que fazem, aos países árabes e ao bloco islâmico da ONU, ao seu esforço para isolar Israel e torná-lo um estado pária. O mesmo não se pode dizer da invertebrada diplomacia pró-árabe do molusco sr. Amado. Não por acaso, a esquerda-islâmica portuguesa, isto é o Bloco de Esquerda, congratulou-se com a nomeação de Portugal para aquele cargo, não sem antes bem sublinharem que, Portugal deve reforçar a autoridade das Nações Unidas, leia-se apoiar as pretenções hegemónicas do bloco árabe-islâmico contra Israel.
Os socialistas que nos governam há uma eternidade, colocaram-nos numa situação económico-social absolutamente desastrosa, e na politica internacional numa posição vergonhosa. A nossa liberdade depende, agora e sempre, na recusa de alinhar com países que fazem da chantagem, do medo e da ameaça o modus vivendi.
Mas se esta geração de esquerdistas portugueses que nos governa é medrosa, (diria mesmo merdosa) e apaziguadora, há no país uma grande reserva de portugueses que ainda não se corromperam por décadas de socialismo-ladrão.
É a chamada maioria silenciosa.

Saturday, July 24, 2010

Engenharia Social no Socratal

O Ministério da Educação em Portugal só é comparável ao Palatul Parlamentului de Ceausecu

Se há sector na sociedade portuguesa onde o esquerdismo reinante é mais pernicioso, é na Educação. A necessidade de construir uma escola de massas, não explica o ambiente de albergue espanhol que reina no sector. A Escola em Portugal, está a ser alvo de uma espécie de revolução cultural maoista realizada em pantufas, levada a cabo por um gigantesco e kafkiano Ministério da Educação, onde se destacam pedagogos, sociólogos e psicólogos, que mais não fazem do que transformar o sistema de ensino num sistema altamente burocrático em constante mutação (como os retrovírus) onde qualquer tipo de inteligência e de dedicação á causa, é facilmente destruída pela desmotivação que um tão irracional sistema provoca.  Um professor para chumbar um aluno tem que passar uma via sacra de justificações e grelhas... Há currículos alternativos para todos os gostos e feitios de... todos os cábulas. Ao deboche escolar, chamam-lhe "escola inclusiva". Desde que o apaixonado  Guterres deu á costa, experiências pedagógicas levadas a cabo no sistema educativo são infindáveis. Os programas mudam, como quem muda de cuecas. Os estatutos dos diversos agentes educativos são reformulados e revistos, a duração dos tempos lectivos foram prolongados para 90 minutos como na Universidade, os alunos são depositados nas escolas ás 8 da manhã e muitos só de lá saem á 7 da tarde; os alunos dos 7º,8º e 9º anos têm 15 disciplinas. É o "progressismo experimentalista" que comanda a vida das comunidades escolares. Esta escola inclusiva exclui: a qualidade do ensino, a disciplina, a autoridade dos professores, os tempos livres dos estudantes, manutenção das infra-estruturas, autonomia escolar, a reprovação, o reconhecimento do esforço individual, a criação de elites académicas... Socializa-se por baixo, por isso a maior parte das escolas públicas portuguesas têm hoje o ambiente de autênticos bairros de lata, onde a degradação física das escolas se junta à delinquência, falta de respeito, impotência da autoridade dos professores, violência física constante entre alunos, e não só.
 O Sócrates acabou com aquilo que ainda funcionava nas escolas. E o que funcionava era a disponibilidade dos professores para darem tudo o que tinha em benefício dos alunos e da profissão. Isso acabou graças a uma inominável estalinista que ocupou o cargo de Ministra da Educação durante quase 5 anos. Para criar divisão entre os professores, esta fascista côr de rosa, eliminou,  (os mais antigos foram mais prejudicados), quase todo o tempo de serviço, promovendo duas classes artifiais de professores que estavam muito longe de corresponder a classes de qualidade profissional dos ditos. É certo que o tiro saiu-lhe pela culatra, mas o mote estalinista estava dado. Muitas mais "habilidades" aconteceram na educação do país chamado Socratal, como por exemplo a cubana e corrupta  entrega quase gratuita dos "Magalhões" às criancinhas da primária.
Hoje a notícia na Educação do Socratal, não é tanto estalinista. É talvez mais digna de Nicolai Ceausescu da Roménia. O governo encerra 701 escolas e leva á transferência de 10 000 alunos. Não pode deixar de me lembrar da transferência de população que ocorreu na Roménia comunista, chamada Sistematização destinada a construir uma "sociedade socialista desenvolvida". Esta reforma veio implicar a demolição sistemática de aldeias, deslocamento da população para pequenas estruturas urbanas, mesmo sem esperar que os programas de construção estivessem concluídos. Esta reforma do Ensino é algo de equivalente. Implica a demolição da ligação das crianças à sua comunidade natural em ordem a construir uma "educação desenvolvida" para essa crianças, algo que não está provado acontecer.
Só um regime totalitário é capaz de tal desrespeito com a população. Se ao menos o Conducator Sócrates acabasse como Ceausescu...

Thursday, July 15, 2010

O Bem Amado.



Os últimos dias têm sido férteis em exemplos da actuação, diriamos a la carte, da "religião da paz" no mundo.  E o menú é diverso como sempre foi: servida à bomba no Uganda, à pedrada no Irão e de mansinho na Europa. É este o caso da ofensiva diplomática turca, nos jornais europeus, em entrevistas e artigos de opinião de embaixadores e quejandos. Os objectivos são óbvios: por um lado recolocar a ideia de uma Turquia moderna, europeia, da qual a Europa, afirmam, precisa como de pão para a boca, depois de algumas suspeitas que aventura turca da "flotilha da paz" levantou em meios políticos europeus mais inquietos. Por outro lado, reafirmando a forte determinação em acertar o passo a Israel, atitude muito celebrada e até popular, nos meios políticos e  mediáticos deste Antigo Continente, mostrando-se e assumindo-se como a potência regional que quer liderar, não só os países muçulmanos mas também os países europeus, no combate aos israelitas. Cada vez mais a agenda política e diplomática dos países europeus se confunde com a agenda dos países muçulmanos, especialmente do árabes.  É o caso do nosso governo (se a isto se pode chamar governo!) Socialista Sócrates (SS).
O governo SS, há 5 anos a esta parte, desenvolveu relações com países totalitários, ditatoriais e com países cuja democracia sui generis é meramente uma questão de pró-forma. É este o caso da Rússia onde o Sócrates, para além de ter dado umas voltas em trote de treino à Praça Vermelha, afirmou a um mundo pasmado, que a Europa não tem moral para dar lições de democracia a Putin. Depois seguiu-se a Venezuela do tolo do Chavez, a Líbia e o Irão.
O ministro Amado dos Negócios Estrangeiros, foi dos primeiros a condenar, com rispidez diga-se, a atitude de auto-defesa de Israel relativamente aos barcos jihadistas, que se dirigiam para a Faixa de Gaza. A mesma determinação não se vislumbrou contudo face á condenação á morte á pedrada das alegadas(os) adúlteras(os) iranianas, desaproveitando a oportunidade  da visita que o Ministro dos Negócios Estrangeiros  iraniano a Lisboa, para lembrar o governo iraniano das boas práticas civilizacionais e democráticas. Para o governo SS os direitos humanos são uma carta fora do baralho a não ser que o desrespeito venha de Israel. Aliás como acontece em qualquer país árabe ou muçulmano da região. Dois pesos e duas medidas que descridibilizam qualquer acção diplomática, fazendo-nos questionar que raio de gente é esta que compõe o governo SS. Gente da Eurábia com toda a certeza.
 O que faz correr o Amado, só o próprio governo SS saberá, mas desconfio que queiram seguir os passos do Lula no fraternal abraço ao teo-fascismo islâmico do Irão. Agora que a CPLP está na moda, onde até os Bokassas africanos com a benção da transatlântica internacional socialista Lula Sócrates, querem estar, não há nada como desempenhar o papel de aprendiz de feiticeiro no pragmatismo da diplomacia norte-americana, esquecendo-se que não têm o poder militar para pôr os "nossos filhos da puta" na ordem sempre que for necessário. E sem poder militar o melhor papel que o Amado pode desempenhar é o de palhaço.
Vem a este propósito a última pirueta eurábica do Amado ao convocar o embaixador de Israel, Ehud Gol para ir ao Ministério dos Negócios Estrangeiros, depois de este ter criticado a visita do homólogo do regime fascista iraniano fez a Lisboa. O ministro israelita considerou "surpreendente e decepcionante que alguns países europeus actuem de forma contrária às decisões da instituição a que pertencem. Abrir as portas a um regime pária enviam uma mensagem ambígua ao Irão". O que é inteiramente verdade e uma posição correcta que qualquer Embaixador consciente devia tomar. Devemos lembrar que o socialista Zapatero espanhol também recebeu a mesma personagem.
Para o Amado, o negacionismo oficial do Estado do Irão sobre o Holocausto nada significa e nem sequer a ameaça declarada á existência de Israel. Nada significa que Israel seja um país amigo de Portugal e a única democracia no Médio Oriente.
E pela convergência diplomática demonstrada com os países árabes e muçulmanos relativamente a Israel, acho mesmo que a fonte teórica de inspiração que norteia a diplomacia do Amado para a região, são os Protocolos dos Velhos do Sião.

Sunday, July 11, 2010

O Polvo.


Hoje vou escrever sobre o polvo. Não sobre o polvo socialista do governo Sócrates que ocupou mafiosamente o Estado Português, que lançou este país numa das mais profundas crises desde que a minha memória alcança, do Polvo socialista, cuja utilização da Golden Share tanto agradou à extrema esquerda como á extrema direita salazarenta, e que transformou Portugal num país comunistóide. O Polvo em causa é o alemão, que por ter dotes de adivinho, marcou este Mundial de Futebol. Não é um qualquer polvo à lagareiro, este é um polvo à Zeitgeist, ou polvo à Espirito do Tempo, se preferirem. É também o polvo do irracionalismo pré-apocalíptico que caracteriza o Tempo. Neste particular, o polvo é o bicho que menos culpa tem de tais irracionalidades. Para ele, é bastante melhor pegar nas cores das bandeiras no fundo do aquário do que acabar no fundo do tacho. A maior culpa é de quem está disponível para noticiar sistematicamente os feitos e efeitos da percepção extra-sensorial do cafalópode.
No que toca a irracionalismos, muitas vezes disfarçados de fait-divers, o polvo afinal de contas tem que pedir meças a outros invertebrados, como seja o caso da Cherie Blair, a esposa do ex-primeiro ministro inglês Tony Blair. A senhora socialista inglesa, que não vivia no fundo de qualquer aquário, tanto quanto é sabido, acreditava nas propriedades transcendentes das pedras. A senhora Blair trazia sempre consigo um cristal pendente à volta do pescoço para prevenir que os maléficos raios provenientes dos computadores e tele-móveis a atingíssem. A senhora, também frequentava um octogenário ex-jardineiro chamado Jack Temple, que geria um "centro de cura" num celeiro perto de sua casa em West Byfleet. Numa consulta, o senhor Temple disse a Cherie que era capaz de ler o DNA através do baloiçar pendular das rochas que guardava num quarto lá do Centro, sobre o corpo dela. Xamã erótico não?
Pouco depois da eleição de 1997, a Senhora Blair deu ao senhor Temple uma selecção de pequenos recipientes, que continham cabelo e unhas do marido, cortadas por ela, digo eu. Temple, garantiu-lhe que balançando o pêndulo sobre os recipientes, poderia detectar sinais de "venenos e bloqueios" no corpo do Primeiro Casal. Os media relataram: " Não é incomum para ela, enviar faxes de folhas A4 de perguntas para que Temple a aconselhasse que decisões deveria tomar imediatamente e quais as que deviam por de lado até as vibrações provenientes dos cabelos e das unhas, parecerem mais positivas." É o que se chamava Positive Vibrations na governação socialista. Quem nos dera que o Sócrates fosse também á bruxa.
Se alguma coisa define a modernidade no Mundo Ocidental, é seguramente o primado da razão. Tanto quanto parece o racionalismo foi dispensado e as crenças supersticiosas primitivas florescem. Vivemos tempos de mitologias, misticismos e fanatismo. São estes tempos que explicam os Polvos, quer os socialistas, quer os adivinhos.

Monday, May 31, 2010

Governo Português Alinha Com O Hamas

O Ministro dos Negócios Estrangeiros português já condenou a acção da marinha israelita exigindo um inquérito ao acontecimentos. Deliberadamente confundindo uma acção humanitária com uma acção política de apoio ao grupo terrorista  Hamas, os podres socialistas portugueses alinham assim pelo Eixo Caracas-Teerão.
Sócrates tornou-se um aliado do ditador Hugo Chavez que por sua vez tem uma política de alianças políticas com o fascismo teológico iraniano. A Comissão da Eurábia comandada por Durão Barroso também já pediu explicações a Israel.
Tudo isto, nada mais significa, que a campanha naval  para colher dividendos mediáticos por parte de uma regata provocadora de Israel e apoiante do terrorismo, encontrou boa recepção em governos ocidentais que desta maneira, mais uma vez, se colocam ao lado da manipulação política levada a cabo por grupos radicais islâmicos, que utilizando os idiotas úteis do costume, quer embarcados, quer nos governos e demais organizações, levam a cabo a propaganda antí-Israel inspirada no anti-semitismo Nazi.

Wednesday, May 5, 2010

Deputado Socialista Rouba 2 Gravadores.


O deputado socialista Ricardo Rodrigues furtou os dois gravadores dos jornalistas da revista Sábado que o estavam a entrevistar. Não tendo gostado das perguntas, que segundo este deputado amigo do alheio, o estavam a pressionar, levantou-se e pôs ao bolso, isto é pifou, os 2 aparelhos. Já não bastam os mil e um sinais de corrupção e compadrio  em que os socialistas se meteram nestes anos de governação e a política ruinosa com que nos estão atirar para a falência, ainda temos que gramar com estes gestos terceiro mundistas  de gente que se julga acima da leis... da República e do bom senso.
Que falta de chá, f........!

Sunday, April 25, 2010

Chris Horner Drops Bomb: Predicts first major ethics scandal

Abril 24, 2010
Chris Horner, autor dos livros The Politically Incorrect Guide to Global Warming e de Power Grab: How Obama's Green Policies Will Steal Your Freedom And Bankrupt America  recentemente publicado, revelou no Global Cooling Radio, que amanhã dia 26 de Abril um grande escândalo de natureza ética envolvendo a admnistração de Obama, vai ser divulgado. Deixo aqui as palavras de Chris:
"You're going to see the first ethics scandal in the Obama administration. We've got our hands on some internal documents revealing a serious conflict of interest at a very high level on these green jobs and stimulus and the policies that Carol Browner was talking about. It isn't Ms. Browner, but it is someone tied to Al Gore. (Vão ver o primeiro escândalo ético da admnistração Obama. Temos em nossas mãos documentos internos que revelam sérios conflitos de interesses, ao mais alto nível, envolvendo os empregos verdes e as políticas e os estímulos de que Carol Browner tem falado. Não se trata de Miss Browner mas de alguém ligado a Al Gore.)
O Al Gore é um mentiroso nato tão grande como o Sócrates ou o nuestro hermano Sapateiro.Todos sabemos como os socialistas se amanham com os dinheiros dos contribuintes. Atiram-nos para cima idealismo barato e ficam-nos com a nota. Os socialistas gostam e gastam o dinheiro dos outros, tanto cá como em qualquer lado. Está-lhes na natureza. Por isso engordam o Estado. Quanto maior o Estado, maior as probablidades de aliviarem os contribuintes. Chamam a isso "justiça social" (JS). Se juntar-mos à JS, os inúmeros choques com que brincam à política : tecnológicos, energias alternativas, fiscais e outras coisas mais, tanto mais cifrões arrecadam. Tudo em nome de um futuro verde, do combate à pobreza e à exclusão, da competitividade, de uma Escola de qualidade, das tretas do costume. No fim nada funciona, mas as contas bancárias crescem, as empresas do regime reconhecem os amigos, os empregos em multinacionais do ramo, como por exemplo a ONU, abundam.

Wednesday, March 17, 2010

Porque É Que O Suicídio Do Professor Não É Um Problema Para O Governo.

Este post deve servir também como Memorial a uma Vítima do Estado a que nós chegámos.

Lembrando os factos. Na manhã de 9 de Fevereiro, L. V. C. parou o carro no tabuleiro da Ponte 25 de Abril, no sentido Lisboa-Almada. Saiu do Ford Fiesta e saltou para o rio. Há vários meses que o professor de música da Escola Básica 2+3 de Fitares (Sintra), planearia a sua morte. Em Novembro escreveu uma nota no computador de casa a justificar o motivo: "Se o meu destino é sofrer, dando aulas a alunos que não me respeitam e me põem fora de mim, não tendo outras fontes de rendimentos, a única solução apaziguadora será o suicídio."
O burocrata bem pago director regional de Educação de Lisboa (DREL), comportando-se como um aparatchic, afirmou que o docente tinha uma "fragilidade psicológica" há muito tempo.
Não sabíamos que os Directores regionais, também são versados em psquiatria. Mas acreditamos que sim, que estes directores regionais socialistas tenham recebido treino de psiquiatria segundo os manuais do NKVD, ou até mesmo tenham defendido tese de psiquiatria aplicada pelo estudo da ala S-21 do Kampuchea. O inquérito foi "destacado" para as calendas gregas mas o leitãozaço-chefe da DREL, já lhe traçou o perfil psicológico e julgou-o em praça pública. Ficámos também a saber nas entrelinhas que este sistema de ensino não é para professores psicologicamente frágeis e no fundo o prof. teve o que mereceu.

O regime que o Sócrates imprimiu neste país, tem pouco de democracia ocidental como nós a conhecemos. Sócrates promoveu ainda mais o estatismo, preencheu todas as esferas da administração do Estado com funcionários do partido, promoveu e protegeu as empresas amigas do governo, que se tornaram empresas socialistas. A livre concorrência que já era débil, tornou-se um mito neste país. Os socialistas, múltiplos do Big Brother, proliferam por todas os cantos e esquinas da vida dos portugueses, incluindo a boca das criancinhas através do cheque dentista. O Estado em Portugal trata dos dentes aos meninos e às meninas e trata da saúde a todos.

O Partido-Estado Socialista pretende um futuro de domínio político. Para o conseguir, entabula loas propagandisticas à igualdade de oportunidades para todos, À PROTECÇÃO DOS MAIS FRACOS, á integração das minorias. A coisa não passa de ficção e de estratégia política para intoxicação das massas cada vez mais inertes e uniformes, pois ao contrário do que apregoam, os mais fracos estão cada vez mais pobres e os ricos socialistas cada vez mais ricos, os naturais cada vez mais excluídos e os emigrantes cada vez mais "incluídos".
O Partido-Estado Socialista, precisa de maior quantidade possível de analfabrutos no futuro, para que a propaganda cole. E o futuro decide-se no presente. E o presente constrói-se nas escolas.
E o que temos nas escolas? Temos a Escola Inclusiva, que é nem mais nem menos, (esta sim) incubadora de incompetência, desleixo, falta de respeito, de violência galopante, de degradação de infra e super-estruturas, de inversão de valores e de multiculturalismo, ausência de ensino, ausência de aprendizagem, cujo potencial de acção é o Rendimento Mínimo Garantido, ou subsídio que o valha. Esta Escola traz para dentro de si, a antitese de si própria. Conduz para dentro de si uma quantidade de alunos e respectivos pais, que em muitos dos casos não passam de delinquentes. Numa sociedade saudável estariam, a contas com a justiça.

Discutir e analisar o suicídio do Prof. de música é discutir e analisar hoje a Escola inclusiva e discutir esta, é discutir o multiculturalismo social e a inversão dos valores portugueses e ocidentais em curso. Querem exemplos? Um meliante negro foge da polícia, em carro a alta velocidade, cometendo graves infracções do trânsito. A polícia abre fogo e mata o fugitivo. De quem é a culpa? Da polícia. A mim sempre me ensinaram que quando a polícia manda parar, é uma ordem para se respeitar. Só os bandidos fogem da polícia. Acabou em tragédia, é lamentável, mas daí a processar por crime o polícia devia ir uma grande distância.
O mesmo acontece nas escolas. Os professores não têm meios para impor a disciplina. E quando a impõem são desautorizados. Quem ganha com isso? Os gangues de alunos que vão para a escola para se divertirem, passar o tempo, frequentarem cursos tragicamente hilariantes com os CEF e profissionais, impor a lei do bullying aos seus colegas mais educados e pelos vistos a alguns professores também. Comportamentos que não são próprios da Escola, à semelhança de comportamentos políticos que não são próprios da Democracia são o Pão-Nosso deste socialismo em que chafurdamos diariamente. E neste caso, os portugueses nem devem estranhar, pois são alvo de bullying por parte do Partido Estado Socialista há alguns anos.

Wednesday, February 17, 2010

Ser Português A Pataco.


A legislação socialista que entrou em vigor há 3 anos fez disparar a aquisição da nacionalidade. Mais cem mil novos "portugueses" muitos deles africanos analfabetos. Tudo o que precisam de fazer é permanecer 6 anos em Portugal, saber dizer "Olá, bom dia, boa tarde"; não cometerem crimes puníveis com pena de prisão de 3 ou mais anos. Portanto, toda a pequena deliquência, como por exemplo os carteiristas, os gangsters de bairro, que dirigem negócios da prostituição e droga, podem nas calmas obter a nacionalidade "portuguesa". Os nascidos em Portugal também, mesmo que sejam filhos de pais em situação ilegal desde que não tenham saído do país no prazo de 10 anos. Como é que as autoridades sabem que não foram comprar caramelos ali a Badajoz? Não sabem, portanto significa na prática que todos os filhos de ilegais sejam naturalizados, e com eles, concerteza, os pais que deixam de ser ilegais.

Os países de origem dos novos "portugueses", são o Brasil, Cabo-Verde, Angola, Moldávia e Guiné. A principal actividade "profissional" da grande percentagem desta malta é viver do subsídio de desemprego, o que vai ainda carregar mais nas prestações do Estado, com consequente prejuízo para os verdadeiros portugueses no desemprego. Enfim, é o socialismo em todo o seu esplendor.

Para além disso são mais 100000 votantes e estamos advinhar que no momento do voto a opção seja a de retribuir os favores da naturalização aos socialistas, ganhando estes milhares de votantes a mais. Tudo isto não passa de um truque eleitoral, muito baixo. Não há qualquer tipo de decoro nos meios para atingir os fins. Vale tudo para os socialistas desde que contribua para os perpetuar no Poder. Inclusivamente venderem, bem barata, a nossa nacionalidade.

Sunday, February 7, 2010

Shame On You


A al Beebecera declarou blackout ao julgamento de Geert Wilders. Nem uma palavra como se este atentado á liberdade de expressão na Holanda, como se este julgamento ao melhor estilo da Stasi fosse coisa menor. Neste aspecto, nem o jornal Público foi tão longe. Este diário português noticiou o julgamento de Wilders, apelidando-o de populista, o que é um progresso, pois a última vez que noticiaram sobre Geert, chamaram-lhe extremista de direita. A pequena notícia deixou entender que este era um processo justo, e nem uma palavra sobre a liberdade de expressão ameaçada.
Estes jornalistas de merda encontram depois aquilo que merecem nas questões da política interna. Altamente pressionados pelo gangster que ocupa o lugar de Primeiro-Ministro em Portugal, queixam-se, impotentes, de que se sufoca neste país. Ai! Ai! Ai! a Liberdade de Expressão!?...Pois é! Mas pouca base moral têm para gritar pela mãe quando vêem que o longo dedo do Governo, que se confunde com o Estado nesta alegada democracia, lhes está a entrar pela porta das traseiras, podendo-os controlar, perseguir e até punir. Pois é! mas vejamos como a maioria dos jornalistas (e não estou a falar do execrável Paulo Baldaia e da Dona Câncio) se comportam face a matérias como sejam a mentira do aquecimento global e da islamização da Europa. Em ambas fazem tábua rasa das evidências, tal como o "Chefe" faz tábua rasa da evidência do desastre para onde nos está a levar. Fazem tanta propaganda como o Sócrates na sua governação trágico-cómica. Não apresentam argumentos contraditórios, não deixando os opositores destas matérias ter voz. E senão insultam os cépticos do aquecimento global e os heróis anónimos que lutam contra a islamização da Europa, tratam-nos com desprezo, com menoridade e condescendência. Tal como o José Corleoni Sócrates faz com a oposição parlamentar. A maioria dos jornais escolheu o jornalismo da causas e não a isenção, escolheu a propaganda e a manipulação em vez da informação. Enfim...os jornalistas têm o que merecem. Mas nós cidadãos não merecemos esta situação de degradação da vida democrática deste país. O 25 de Abril foi feito em nosso nome, convém não esquecer. E os jornalistas deviam ser os primeiros a defender, com coragem e determinação, as liberdades cívicas. Mas o que está acontecer é exactamente o contrário, é o público que está a defender o Público.
P.S- Este jornal trouxe hoje um artigo de opinião do professor Domingos Delgado sobre as manipulações da ciência onde desmascara brevemente algumas das manipulações científicas dos partizans do aquecimento global. Bons sinais.