Tuesday, July 26, 2011

A Eurábia Ataca.

No aftermath do alucinado ataque do norueguês Anders Breivik (AB), a Eurábia dá prova de vida e de saúde. Bem alimentada pelo inqualificável acto de AB, a desonestidade e a demagogia nos órgãos de comunicação da Eurábia, é manifesta, senão mesmo épica. Um autêntico dilúvio de mentira destinado a cavalgar a onda e a manipular os públicos leitores ou ouvintes. Nada se aprofunda, limitando-se à interesseira superficialidade da análise, ao lugar-comum e ao insulto delicado e fácil, naquilo que é a clássica fuga para a frente. Neste aspecto, o bizarro sr. Severiano Teixeira, destacado socialista e ex-Ministro de Qualquer Coisa, chegou em primeiro lugar na classe mundial da estultícia, num pequeno artigo hilariante que publicou hoje na imprensa dhimmi. O dito senhor, chegou ao cúmulo de comparar o evento de Oslo, ao 11 de Setembro. Convenientemente ou por distracção natural, esqueceu os comboios destruídos, aqui bem perto, em Madrid, num atentado islâmico que ceifou com centenas de vidas e milhares de estropiados. A ideologia oblige. Nem mesmo o 11 de Março chegou aos "calcanhares" do onze de Setembro.
A suprema “lata” da media Eurábica, é considerar o Serial Killer AB, um fundamentalista cristão. Os jornalistas que recusam colocar a palavra fundamentalista ou terrorista a seguir a islâmico ou muçulmano, (porque se o fizerem correm sérios problemas editoriais), fazem-no, neste caso, atacando o cristianismo com o maior dos cinismos. E das felicidades, digo eu. Os muçulmanos não o fariam melhor e devem estar satisfeitos com esta prova de fidelidade dhimmi, dada por esta cobertura doentia dos órgãos de comunicação social e por alguns políticos mais palavrosos.
 O que é um facto é que o sr. Anders não é um fundamentalista cristão. E como podemos provar isso? Lendo o que ele escreveu no manual/manifesto que deixou na internet com cerca de 770 000 palavras. Procurando a palavra Jesus, rezar, Igreja, cristão… nada se encontra. Aliás era ainda teenager, quando AB entrou pela última vez numa Igreja. Era também favorável á existência de grandes zonas de sexo livre, do tipo Red Light District, mas do tamanho de Las Vegas. Não tinha qualquer filiação em qualquer Igreja. Ora tudo isto não enquadra no género de fundamentalismo cristão, do tipo evangélico ou de outro qualquer, que é constituído por pessoas com uma ligação forte e pessoal à Igreja e a Cristo, que organizam grupos de culto onde se reza colectivamente. Nada disto AB adoptava. Por outro lado, nenhuma estrutura do Cristianismo o apoiava, ao contrário do que acontece, por exemplo, com os apoios declarados do clero Wabbita da Arábia Saudita ao terrorismo islâmico. Isto só para dar um exemplo.
 Desde o 11 de Setembro, ocorreram mais de 17000 ataques jihadistas, cujas principais vítimas são árabes, africanos, indianos, tailandeses, etc. O racismo por um lado, e a dhimmitude por outro, são suficientemente fortes nas nossas elites, para ignorarem as vítimas que diariamenteo islão provoca no Médio-Oriente, em África, na Ásia. Só para dar um exemplo, uma ministra somali foi raptada na 5ª Feira passada pelas milícias islâmicas e nada aconteceu ou se disse. Os cristãos Coptas são há muito perseguidos, descriminados e mortos pela maioria muçulmanos. Na Europa, os dhimmis, chamam-lhe conflitos religiosos e ponto final.
O assassino de Oslo é tão fundamentalista cristão como eu sou astronauta.

2 comments:

Martini Bianco said...

Totalmente de acordo consigo. A comunicação social e os marxistas-culturais estão agora felizes pelo uso desta expressão "fundamentalista cristão" por forma a meter cristãos e muçulmanos no mesmo saco a nível de violência e só as mentes mais informadas e incorruptiveis é que têm clarividência para saber que a cristiandade de Breivik não é nada mais que uma invenção.
A História mostrará isso nos próximos capítulos.

Ana Luisa said...

Muito bom, este teu texto!Já não se aguenta tanta preocupação com quem, de há muitos anos a esta parte, pretende invadir e colonizar o Ocidente!