Tuesday, September 29, 2009

Filipe Duarte Santos, O Solipsista.


A propósito do filme a Era da Estupidez, o sr. Dr. Filipe Duarte Santos, Prof. de Física da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa e “especialista” das alterações climáticas deixou fugir o pé para o “chinelo pós-moderno” no programa Sociedade Civil da RTP2 que foi para o ar no dia 22 de Setembro. O programa pode ser visto na íntegra no blog Mitos Climáticos.
O painel era também constituído pelo Engenheiro Rui Moura, Engenheiro Electrotécnico, com mestrado em Meteorologia, responsável pelo referido blog, entre outros professores doutores.
O Sr. Dr. Filipe Duarte Santos, que dirige a Comissão para as Alterações Climáticas, depois de expor a litania do aquecimento global, que qualquer bom aluno do 8º ano de escolaridade desmonta com facilidade, referiu, sem se dar conta da confissão e da contradição em que incorreu, referiu, que o discurso científico não é mais do que “um discurso social, entre outros”! Ficamos portanto a saber que o Alto Responsável Para As Alterações Climáticas Portuguesas, considera que a ciência não é mais do que um “mito”, uma “narrativa” ou uma “construção social” entre muitas outras.
Este relativismo cognitivo nega que exista um mundo exterior à nossa consciência, cujas propriedades são independentes dos indivíduos e mesmo da própria humanidade. Portanto para este físico, a “realidade física” tal como a realidade social é fundamentalmente uma construção linguística e social. Não tardará para que Filipe Duarte Santos, em qualquer concílio do aquecimento global, admita que o π de Euclides e o G de Newton, até agora consideradas constantes universais, sejam entendidas na sua inelutável historicidade.
Com efeito, não restam dúvidas de que “a atitude filosófica” relativista demonstrada por Filipe Duarte Santos está em contradição com a ideia que os cientistas têm da sua própria prática. Enquanto estes procuram obter, da melhor forma possível, um conhecimento objectivo do mundo, os relativistas respondem-lhes dizendo resumidamente que estão a perder tempo e que uma tal tarefa é, em princípio uma ilusão. Se por um lado FDS concretiza este desígnio filosófico relativista, pela adopção religiosa da narrativa político-social da responsabilidade humana pelo aquecimento global, desfasada e em completo arrepio de todas as evidências científicas, a sua cruzada contra o aquecimento, por seu lado, parece-me uma imensa perda de tempo e de recursos, dado o carácter ilusório da realidade que decorre deste relativismo epistémico, uma vez que este sustenta que a validade de uma afirmação é relativa a um indivíduo e/ou a um grupo social.
Portanto, poderemos concluir que apesar do carácter solipsista de FLS, tudo se resume a ganhar mais uns cobres ao fim do mês, porque a conta bancária, essa, de modo algum é uma ilusão.

Sunday, September 27, 2009

Leonard Cohen's The Future

Um Anel Que A Todos Governa

Um anel que a todos reprime.
Neuromante não inventa sobre os muçulmanos. Limita-se a observar as suas acções e as suas palavras.
Este curto filme mostra a disposição jihadista dos chamados muçulmanos moderados.
Livrai-nos deste mal.
video

Saturday, September 26, 2009

Voto Contra a Mafia Socialista

Se Al Capone fosse contemporâneo e português, provavelmente seria secretário geral do Partido Socialista.

Em véspera de eleições faço votos (e voto) para que o Sócrates seja corrido e que a mafia socialista sofra uma derrota eleitoral histórica. Depois de, mais ou menos, 30 anos de socialismo demokrático, o resultado está á vista. Temos muita auto-estrada, mas a injustiça social é terceiro mundista. Os ricos cada vez mais ricos e a classe média (coisa que o Sócrates não sabe o que é) já o deixou de ser. A Justiça é um bordel espanhol, onde os criminosos têm mais direitos do que as suas vítimas, a Insegurança chegou à província, a Imigração está descontrolada, o desemprego cresce de TGV, a Educação está catatónica depois dos choques tecnológico-burocratas da dona Lurdes, a Saúde do senhor Arnaut cega os que vêem e nada acontece, e os casos de corrupção envolvendo socialistas chegam às terras de Vera Cruz. Se Al Capone fosse nosso contemporâneo e português seria provavelmente secretário-geral do PS. Para cúmulo Sócrates, para a eleição de secretário-geral da Unesco, apoiou um censor egipcío e confesso anti-semita, acto que o próprio socialista Carrilho denunciou . Este episódio revela bem a estatura moral e a costeleta democrática deste pinóquio-primeiro-ministro.

Votem contra o Partido Socialista por favor!

Tuesday, September 22, 2009

Rifqa Barry

Rifqa em tribunal. Se este a enviar para casa dos pais muçulmanos, poderá enfrentar um assassinio de honra.


Rifqa Barry uma jovem americana de 17 anos, filha de pais muçulmanos originários do Sri Lanka, fugiu de casa após se ter baptizado e convertido ao Cristianismo, com medo de ser vítima do tratamento que os muçulmanos dão aos apóstatas - o assassínio. Os seus "amorosos" pais acusaram a própria filha nos tribunais de Ohio e da Florida. Acusaram criminalmente também os Cristãos que deram guarida e protecção a Rifqa depois de ter escapado do inferno da casa dos pais. Todas as organizações muçulmanas estão a dar apoio juridico aos pais de Rifqa, com grande destaque para a CAIR, uma organização islâmica apoiante do Hamas, para que ela seja legalmente obrigada a voltar para casa dos pais, e provavelmente enviada para o Sri Lanka onde será assassinada. Blake and Beverly Lorenz são dois pastores que apoiaram Rifqa após esta ter fugido do Ohio para Orlando. O advogado dos pais após ter acusado o advogado de defesa de Rifqa de ter ligações á extrema direita, (tudo o que lhes faz frente é considerado islamofobo ou de extrema direita) pediu uma investigação criminal à família Lorenz. Como resultado, por decisão do juíz, nenhum membro da família Lorenz pode agora conviver ou visitar Rifqa, incluido os filhos daquele casal. Rifqa vai ficar por enquanto a custódia do Florida Department of Children and Families.

Vamos acompanhar este processo e esperar que a lei americana confirme a sua libertação da submissão ao Islão.

Another brick out of the wall, I hope

Sunday, September 20, 2009

Boycott Naomi Klein




Num intervalo de tempo de 2 semanas a activista anti-globalização e best-seller Naomi Klein, figura proeminente da esquerda radical, publicou um ensaio justificando a desastrosa conferência da UN contra o racismo, chamada Durban II, e ajudou a organizar um boycott ao Toronto International Film Festival - pelo crime de apresentar filmes israelitas. Klein nunca apresentou qualquer boycott a filmes ou a produtos das dezenas de países muçulmanos que sistematicamente atropelam todos e quaisquer direitos humanos. Á primeira vista, atacar Israel é a sua nova paixão. Mas o anti-semitismo da senhora vem de longe e equipara-se ao veneno de Goebbels . Para saber mais sigam o seguinte link (http://www.unwatch.org/naomiklein).

Segundo o NY Times muitas celebridades assinaram por baixo do referido boycott. De entre os assinantes constam os nomes de gente como: Harry Belafonte, Viggo Mortensen and Julie Christie.
Pelo contrário, Jerry Seinfeld, Natalie Portman, Sacha Baron Cohen, Lisa Kudrow, Patricia Heaton and Lenny Kravtiz contam-se entre aqueles que apoiam a inclusão de filmes israelitas.
Jane Fonda que inicialmente se juntou ao boycott, agora apresentou publicamente desculpas por ter seguido tais "palavras inflamatórias".

Processados em Inglaterra por defenderem Jesus.


Ben e Sharon Vogelenzang foram acusados de terem desrespeitado a lei inglesa, Section 5 of the Public Order Act – que pune as ofensas de teor religioso, entre outras. Se for provado as acusações, o casal enfrenta uma multa 2,500 libras cada um e ficam com cadastro registado.

Uma mulher muçulmana hóspede do Bounty House Hotel em Liverpool que é gerido pelos Vogelenzangs, acusou-os á justiça, após uma conversa de teor religioso entre aqueles hoteleiros e a dita cuja.

O tópico do debate era Jesus, que a muçulmana arrogantemente considerava um profeta menor do islão. Os Vogelenzang, cristãos praticantes, afirmavam que Jesus é Filho de Deus, tal como o Cristianismo ensina.
Alegadamente, o sr. Vogelenzang de 53 anos, teria dito que o Maomé era um senhor da guerra (o que é verdade). A sua mulher, de 54 anos, foi referida como tendo dito que o vestúario das mulheres muçulmanas são uma forma de prisão (bondage foi a palavra utilizada) - o que é verdade também.

Parece que a maomatana se enquadra naquele tipo de muçulmanos que a imprensa multicultural ocidental ternuramente gosta de apelidar de moderados. Aqui está mais uma prova que mesmo moderados os muçulmanos são a argamassa da jihad. O que está aqui em causa, é a liberdade religiosa e a liberdade de expressão, coisa com que os muçulmanos, mesmo moderados, têm enorme dificuldade em perceber e em conviver. Sempre que podem censuram, porque segundo as leis da dhimmitude, os não-muçulmanos, não podem, a qualquer título criticar ou contrariar, quer a religião islâmica supremacista, quer qualquer muçulmano.
Para além da estupidez de tal queixa na polícia, este episódio demonstra que os muçulmanos não são dignos de qualquer conversa civilizada e que não passam de bufos pidescos prontos a denúnciar qualquer pessoa, desde que os seus pontos de vista religiosos sejam criticados ou parodiados. Embora não apreciem a liberdade dos países democráticos laicos para onde imigraram, por qualquer razão obscura teimam em cá viver. Se não gostam vão embora. Goodbye que eu good-fico.
Esperemos que os senhores Volelenzang sejam ilibados.

Monday, September 14, 2009

Turismo Dhimmi


Uma jovem portuguesa que "culturalmente enriquece" lá para os lados da Síria, talvez para travar conhecimento com os familiares dos talibãs daquela nacionalidade importados pelo governo Sócrates, (quem sabe?), enviou umas larachas em jeito de crónica publicadas num diário português conhecido pelas suas posições pró-islâmicas. A menina tenta frequentemente, nas referidas escritas do além-multicultural, convencer a malta, de que os muçulmanos onde dominam são respeitadores do Cristianismo e demais religiões e cultos alheios. Conclusão: Não temos que nos preocupar! Esta jovem-dhimmi tem um grande jeito e grande problema simultâneamente. Tem jeito em convencer, pela rigorosa selecção de aspectos secundários e marginais, em convencer todos aqueles que se estão nas tintas para esta realidade política. O problema dela, chama-se História. Sabemos que estes submissos gostam de ajeitar a dita ao seus ideias multiculturalistas pró-Maomé. Todo o teclado da menina transpira "religião da paz" e "respeito" pelos outros. Mas será assim?

O processo histórico da islamização transformou a maioria cristã da Síria numa pequena minoria perseguida. A sua existência continua ameaçada. O partido Baath não é tão violento na perseguição dos cristãos como o são noutros regimes islâmicos da região. Contudo, continuam a ser intimidados pela maioria muçulmana. De acordo com a constituição Síria, o Islão é a principal "fonte de legislação". A descriminação contra os não-muçulmanos torna-se evidente pela recusa do regime, nos últimos 40 anos, de permitir a abertura de uma única escola cristã. Mas deste aspecto a nossa crónica turista não fala. Mais, nas escolas cristãs que ainda existem, a lei requer que o director seja um muçulmano. As missas de Domingo são rotineiramente controladas pela polícia. A violência contra cristãos e judeus continua, por lei, impune. Dhimmitude Oblige!

Já em 6 de Julho de 1920 o New York Times noticiava que os cristãos na Síria estavam em grave perigo de extermínio se não fosse a intervenção do governo francês.

Talvez as crónicas da inter-culturalmente-enriquecida Alexandra se podessem referir à Segunda Conferência Islâmica em Fevereiro de 1974, onde se comprou um certo "sossego" para as minorias cristãs. No terceiro ponto da declaração final constava que "os continuados e construtivos esforços levados a cabo pelas Igrejas Cristãs, no mundo Árabe, nomeadamente no Líbano, Egipto, Jordânia e Siria, em explicar a questão pelestiniana quer á opinião pública mundial quer nas conferências religiosas e granjear apoio internacional à soberania árabe sobre Jerusalém, bem como noutros lugares sagrados na Palestina seria muito bem-vindo e apreciado."

No mesmo ponto de vista, talvez também a camarada-enriquecida-turista Coelho, se possa referir à Conferência Anual do Dialogo Euro Árabe que ocorreu em Damasco em 11 de Julho de 1998, sob os auspícios de Hafiz al-Asad, e que teve como comunicado final a expressão de um profundo agradecimento ao povo e ao presidente sírio, pelos seus esforços no sucesso do Diálogo, e á Comissão Europeia pela sua contribuição financeira. Este "maravilhoso" comunicado final foi dirigido a um sanguinário ditador terrorista que ocupava outro país (o Líbano). Isto dá a medida do nível da moral da União e da Comissão Europeias.

E talvez a inter-dialogante Teresa se lembre das afirmações de ministro dos negócios estrangeiros sírio, Faraouk al-Sharaa acerca das deliberações parlamentares Euro-Árabes. Pois o senhor afirmava convicto que "os valores morais dos árabes no diálogo com outros guiam-se de acordo com a justiça e a tolerância, desde que a mensagem sublime do Islão seja transferida para todo o mundo". Grande tolerância...

O que aqui temos mais uma vez é a contínua propaganda ao Islão feito por um orgão de comunicação social que utiliza um linguagem política desenhada para transformar as mentiras em verdade e o assassínio, a escravatura, o desprezo pelos direitos humanos, a perseguição de minorias, a opressaõ da mulher, respeitáveis. Neste tempo que vivemos A Grande Mentira (ou Grandes Mentiras) estão disseminadas por todo o lado, não pelos ignorantes, mas com malícia pelas classes intelectuais, pelas elites governativas, pelos mais prestigiados elementos da imprensa, por professores universitários e diplomatas.


They Shall Not Pass!

Sunday, September 13, 2009

Um Anel Que Todos Governa.

One Ring to Rule Them All

Graças á popularidade da versão filmada do Senhor dos Anéis, a comparação entre a saga dos hobbits e a nossa luta contra a jihad muçulmana tornou-se um lugar comum. É difícil não nos reconhecer-mos nas palavras de Aragorn quando ele diz, " This day we fight! By all that you hold dear on this good earth, I bid you, stand, men of the West!". (Hoje lutamos, por tudo que nos é querido nesta boa Terra, imploro-vos, resistam, homens do Ocidente!)


Sauron é claramente um compósito muçulmano, de Osamas bin Ladens, mullahs Omares, Almedininjads, e as suas legiões de orcs jihadistas, como os Hamas, os talibans, guardas da revolução, os islamistas por essa Europa acima.
E quem colocaria no papel de Saruman? Eu voto por outro compósito, feito de Hugos Chavez, Obamas, Mugabes, Fedeis Castros mais o Kim, com uns pós de blokistas locais.

E quem nos representa nesta pequena e incompleta analogia? Os homens e mulheres do Ocidente, pois claro.


Inglaterra em P(r)é De Guerra

Mulher inglesa contestantando os pró-palestinianos nas ruas de Londres. Na T. Shirt, enquandrando a cruz dos templários da bandeira inglesa, pode-se ler, "no surrender to al-qaida". Foto do Daily Mail.

Mais uma demonstração de como o multiculturalismo-de-estado inglês, está a levar o país lentamente para uma situação de violência política grave. Alguns comentadores mais corajosos e sérios, chegam mesmo a afirmar que o país vive actualmente um cenário de pré-guerra civil, com as posições políticas a extremarem-se. Os grandes responsáveis deste tenebroso ambiente que se vive na Inglaterra são os trabalhistas, que permitiram que os islâmicos invadissem o país nos últimos anos permitindo-lhes que vivam segundo as leis fascistas do Corão em vez de os obrigarem a observar a leis, os costumes e as tradições ingleses. Em Roma sê romano não é válido para os muçulmanos na Europa porque o que eles querem é fazer cair Roma, como fizeram cair Constatinopla e Jerusalém.
Centenas de manifestantes pró-palestianos concentraram-se no chamado "al-quds day", gritando palavras de ordem apelando á destruição do estado de Israel. Só que desta vez tiveram a "companhia" de uma contra-manifestação dos movimentos anti-islâmicos ingleses, como o EDL, English Defense League, responsável pela mobilização dos anti-fascistas ingleses que espalharam comunicados pela população nos seguintes termos:

"We urge everybody who can to come to London to oppose this."

Claro que os chacais da comunicação social politicamente correcta apelidaram de extrema-direita todos aqueles que se opõem ao islamismo. É a receita dos idiotas úteis do costume.

Wednesday, September 9, 2009

Ai Como A Menina Tem O Dedo!


A mandatária para a juventude pelo PS gosta da "pinga" e de pato com laranja, sem caroços.


Carolina Patrocínio patrocina o mandato para a Juventude pelo Partido Socialista de José Sócrates. O que lhe falta em beleza sobra-lhe em arrogância e cabutinice.


Até há pouco tempo, não se lhe conhecia uma peregrina ideia sobre coisa alguma. Uma entrevista recente, e onde fala exaustivamente do que gosta e não gosta, embora mantendo o suspense quanto às suas ideias sobre a situação sócio/política nacional e internacional, as eleições que temos aí à porta e a sua importância para a juventude portuguesa, as saídas profissionais (ou a falta delas) para essa mesma juventude, etc, etc, etc... mesmo assim, deu-nos a conhecer outras características da jovem "apresentatriz". Deixamos aqui algum pechisbeque do "pensamento" larocas da "queridaaa":


Ficamos a saber que trabalha apenas para se divertir, pois "felizmente não precisa de trabalhar", (felizmente para nós também) que "detesta frutas que tenham que ser descascadas" e a frase que anda toda a gente a discutir, "só como cerejas se a minha empregada lhes tirar os caroços", aplicando-se o mesmo princípio às grainhas das uvas, que, segundo ela, "são uma grande trabalheira". Sou muito competitiva. Detesto perder! Prefiro fazer batota, a ter que perder!" Tal como o seu "mestre", José Socrates, esta é uma das tais que vai concluir o curso numa qualquer universidade privada num Domingo de Agosto, mesmo em fato de banho, pois é quase impossível arranjar na net uma fotografia da moça, vestida (ou despida) com outra indumentária.


Pelo menos Paris Hilton, é loura, bonita e descasca-se das grainhas. E é podre de rica.

Monday, September 7, 2009

Pura Maldade.

Neste momento milhares de pessoas são torturadas e violadas nas prisões iranianas. Onde estão os fariseus ocidentais dos direitos humanos?

Enquanto entre nós alguns se entretêm a imaginar violações aos direitos humanos realizados pela administração Bush, talvez para não repararem onde essas violações ocorrem a sério, nos calabouços iranianos, as vítimas do nazi-fascismo-islâmico são torturadas impiedosamente, sem que estes fariseus ocidentais se dignem a proferir uma única palavra de protesto. Antes preferem, como Obama fez, elogiar o Islão, como "uma grande religião comprometida com a justiça e o progresso". Se não fosse trágico para as vítimas deste fascismo, dava para rir. Actualmente as celas das prisões iranianas estão cheias de homens e mulheres que se manifestaram há 2 meses contra a fraude eleitoral, onde estão a ser torturados(as) impunemente.


Vamos então ver, como é que se pratica a justiça e o progresso do islão, pelas palavras "sábias" de Ayatollah Mohammad Taqi Mesbah-Yazdi a partir de uma entrevista que deu a um orgão de comunicação.

Perguntado se uma confissão obtida "por aplicação de pressão psicológica, emocional e física" era "válida e considerada conforme ao Islão," Mesbah-Yazdi respondeu:

"Obter a confissão de qualquer pessoa que seja contra os Velayat-e Faqih, "Guardiães da Justiça Islâmica", outro nome para o regime dos mullahs iranianos, "é permitida sob qualquer condição". O ayatollah deu resposta idêntica quando perguntado se as confissões obtidas pela utilização de estupefacientes e opiáceos no prisioneiro, são conformes ao islão.

Relativamente aos assaltos sexuais:

Pergunta:

"Pode um interrogador violar sexualmente um prisioneiro para obter um confissão?


Mesbah-Yazdi respondeu: "As precauções necessárias para o interrogador, são o ritual de rezar enquanto viola o prisioneiro. Se for uma prisioneira é permitido violá-la quer na vagina quer no anús. É melhor não ter testemunhas presentes neste caso. Se for um prisioneiro, é aceitável ter testemunhas enquanto a violação é cometida."

E neste caso da violação de prisioneiro masculinos não é considerado sodomia?

Ayatollah Mesbah-Yazdi: " Não, porque não é consensual. Se o prisioneiro mostrar que está a gostar de ser violado este tratamento não deve ser repetido."

Questionado acerca da violação de virgens o Ayotolha respondeu:

" Se o veredicto para a prisioneira fôr a execução, então a violação antes da execução dá ao algoz um prémio espiritual equivalente ao de ter feito a perigrinação a Meca (Haj), mas se a execução não for decretada, então o prémio da violação é equivalente a fazer a peregrinação a Karbala.

Se isto isto não é pura e simples maldade... Por falar nisto! Onde pára a Amnistia Internacional?
Porcos e sádicos.

Activismo Judicial


O sr. Narciso Machado, Juiz desembargador jubilado, decidiu num matutino nacional, publicamente dar as boas vindas ao sírios de Guantanamo. Para além de irem viver à nossa custa, ainda ninguém tem a certeza, nem americanos nem a secreta portuguesa, se os presos provenientes do Afeganistão, constituiem ou não um perigo público. Mas isto, não abala o universalismo do sr. Juiz.

Servindo-se da Declaração Universal dos Direitos Humanos, permitiu-se "atirar" à defunta e "facínora" admnistração Bush ao mesmo tempo que exaltava, Obama, o universalismo português e a Síria, "que costuma bem receber os estrangeiros deste canto ociental da Europa". Sua excelência o juiz desembargador Narciso Machado esqueceu-se, deliberadamente ou não, que o universalismo português se fez a tiro de canhão e que a Síria é um dos países onde os Direitos Humanos mais são violados. Diz ainda que como "legado greco-romano, nasceram as culturas judaicas, cristãs e islâmica", simbolizadas religiosamente em Jerúsalém. O sr. juiz vai-me desculpar, mas isto é pura e simplesmente mentira. Primeiro não há equivalência entre a cultura e a moral judaico-cristã e a islâmica. Nem em termos de evolução humana, nem em termos de respeito pelos direitos humanos, nem em termos da relação entre Homem e Deus. Quanto a Jerusalém, se ela significa alguma coisa é, exactamente a conquista assassína, violenta e violadora, do Patriarcado de Jerusalém, (bem como todo o norte de África e Peninsula Ibérica, e de Constatinopla já agora) pelos exércitos-jihadistas muçulmanos. Essa jihad ainda hoje está em curso e, se bem entendi, o sr. juiz dá-lhe caução.

Como é que um juiz pode utilizar o conceito dos Direitos Humanos de uma forma tão enviesada, dupla e contraditória? A resposta passa pela estatuto que os juízes europeus se atribuíram, de guardiães dos Direitos Humanos. Para estes juízes e para a chamada intelligentsia progressista, a lei dos direitos humanos é um artigo de fé, o progenitor legal de um "maravilhoso mundo novo", onde o prejuízo, a discriminação e a opressão estão confinados à História.

De facto, esta ilusão, tem minado a confiança das sociedades Ocidentais, tem estripado a sociedade dos seus valores tradicionais e ajudou a criar as condições para a incubação do extremismo islâmico e o seu consequente crescimento e exportação.

O activismo judicial ou judicialista melhor, tem as suas raízes no âmbito cada vez maior da Lei Europeia dos Direitos Humanos, e nos juízes do European Court of Human Rights em Estrasburgo. Esta organização nada tem haver com a União Europeia.

Esta lei europeia possibilitou aos juízes mostrarem os músculos e os dentes em novas direcções. Eles julgam-se o último reduto da democracia que luta contra os executivos do governo, especialmente se estes são de direita. Como resultado, eles tornam-se cada vez mais e mais políticos. Assim se explica, o violento ataque do sr. juiz Narciso Machado, ao ex-Presidente Bush, quase tornando-o pior de que o "maluquinho da Coreia", Ban Ki Moon, perdão, Kim Jong Il.

A Convenção dos Direitos Humanos Europeia, foi originalmente concebida noutra era. À sombra do stalinismo e do fascismo, o seu objectivo era de proteger o indivíduo do Estado. Agora, a aplicação da lei sofreu uma mutação. Longe de proteger a Civilização Europeia, tornou-se a sua potencial nemésis.

A emergência da cultura do Hiper-indivudualismo originou um igualitarismo radical de estilos de vida e de valores. A moralidade foi privatizada, e os constragimentos religiosos, das tradições ou dos valores culturais, passaram a ser vistos como ataques á autonomia individual. Os estilos de vida normais da cultura Judaico-Cristã, tornaram-se o pecado, e começaram a ser vistos como potencialmente decriminatórios. Todas as minorias passaram a ter o estatuto de vítimas para serem defendidas. Foi montado todo um sistema multicultural-de-estado, que envolve, desde ONGs, movimentos radicais de esquerda, escritórios de advogados, e sistema judicial e associações jihadistas islâmicas, que em última análise, mandam muito mais do que os governos. Isto é o que se passa por exemplo em Inglaterra. Em Portugal ainda não é bem assim, mas pela vontade de alguns, para lá caminha.

Para além disto, leis e valores supranacionais são impostos por instituições supranacionais, tais como o European Court of Human Rights, a União Europeia, as Nações Unidas e European Court of Justice que se vêem como única fonte de legitimidade. Em vez de sermos governados pela Lei, somos agora governados por advogados e juízes.

O sr. juiz invoca o Direito Internacional para atacar Bush. As leis internacionais possuem uma dúbia autoridade pois não são baseadas em nenhuma jurisdição democrática. São meras expressões de certas ideologias-políticas, sempre muito discutidas. Alguns dos juízes em tribunais internacionais nem sequer são juízes no seu próprio país, nem mesmo advogados sequer, mas diplomatas; as suas deliberações confundem-se com manobras políticas e interesses económicos.

Sunday, September 6, 2009

Dhimmi Carter

Segundo a France Press, o antigo Presidente dos EUA, o sr. Dhimmi Carter teve mais uma epifania política em formato de amendoím. Carter escreveu no Washington Post, que apoiava a maioria dos lideres palestinianos na criação de um só Estado, entre o Rio Jordão e o Mar Mediterrâneo que resolveria todos os problemas na região.


"By renouncing the dream of an independent Palestine, they would become fellow citizens with their Jewish neighbors and then demand equal rights within a democracy," explicou.


xxxiiiiiii! eeeiii!!! Mas que brilhante ideia! Ppppfff! Extroordinário!

Em vez de dois estados, um palestiniano árabe e outro judeu, criava-se um só estado com a esmagadora maioria de palestinianos árabes. Poof! Fim de Israel.

E todos sabemos quão amenas e pacíficas são as relações dos palestinianos de Gaza e da Judeia/Samaria (the west bank) com os israelitas.

Dhimmi Carter é, e sempre foi, um antí-semita. Este é só o último exemplo. Quer destruir Israel de uma forma ou de outra.

O Baldaia, Baldeia O Pluralismo De Expressão

Manuela Moura Guedes foi silenciada e ainda assim há jornalistas que a atacam...

Um cretino chamado Paulo Baldaia, escreveu no Jornal de Notícias que a "asfixia democrática é jornalismo sem regras" e que "o povo não ganha nada com isso".

Não está em causa o direito que este Baldeia tem em exprimir publicamente a sua profunda apologia á censura ou/e à autocensura. Tem o direito de ser um estúpido fascista sempre que lhe apetecer. Queria no entanto lembrar, que os cidadãos nascidos livres, têm o direito inalienável de, dizer, publicar ou noticiar aquilo que bem lhes apetecer, sem importar o que os Sócrates, os Santos Silvas, as ERC, e os Paulos Baldeias deste país, pensem. Sem reservas e usando a maior liberdade permitida. Temos mesmo o direito à ofensa. Manuela Moura Guedes tem o direito de ter a sua linha editorial quer tenha intenções razoáveis ou intenções extremamente não razoáveis, quer isso agrade ao Poder e ao governo instalado ou não. Recusamos conceder aos Paulos Baldaias e ás ERCês, o poder de decidir se o pensamento político, na mente ou no coração de qualquer cidadão português, seja legal ou ilegal, gratuito ou não, razoável ou não.
O que demonstrou este Putinesco episódio, é que em Portugal da dita “democracia socialista”, existe a figura do Crime de Pensamento e este governo mostrou, muitas vezes, reprimir, com uma grande falta de jeito diga-se, a livre expressão do pensamento político, de jornalistas, de sindicatos, de economistas, de todos quantos se opuseram á desastrosa governação do Sócrates. Paulo Baldeia não teve esses problemas com o poder socialista.

Quanto ao povo, era o que nos faltava que o Paulo Baldaia nos ensinasse o que é bom ou mau para o dito.

Saturday, September 5, 2009

Claustrofobia Democrática?

Claustrophobia Self-Portrait by `larafairie

A mafia socialista conseguiu silênciar a jornalista mais incómoda para o seu projecto de mexicanização da vida política portuguesa - Manuela Moura Guedes. Não é surpreendente. O estilo autoritário e narcisista do Sócrates, um aparelho partidário totalmente fanatizado e acrítico ao serviço do caudilho, todos os sectores, ou quase todos, da vida pública e económica controlados pela seita, a maioria dos orgãos de comunicação social "a seus pés", uma ERC fascista-socialista, só podia dar neste acto degradante do afastamento da jornalista.

Sócrates foi ao longo destes 5 anos um primeiro ministro que se distingiu pela constante manipulação da comunicação. A sua governação foi uma espécie de Power Point de propaganda. O resto foi pura incompetência e corrupção.

Não nos esquecemos que este "jovem" grisalho elogiou esse grande "democrata" russo chamado Putin dizendo publicamente na Rússia que a Europa não tinha moral para lhe dar lições de democracia. Agora percebemos porquê! Lá, as jornalistas incómodas são assassinadas, no Portugal de Sócrates são despedidas.

Temos agora, nas próximas eleições legislativas, uma bela chance de atirar com este tipo para a caixote do lixo da História, que felizmente tem por lá muito socialista em putrefacção.

Esperava também que a "rainha-mestra" do formigueiro socialista utilizasse esta oportunidade para exercitar o seu direito á "indignação", sempre muito usado para atacar George Bush e os Estados Unidos da América.
Deixêmo-nos de eufemismos. Isto não é claustrofobia democrática! Isto é autoritarismo! Puro e simples.