Saturday, November 7, 2009

Massacre Em Fort Hood


As notícias do massacre levado a cabo por um muçulmano foram convenientemente "lavadas" na imprensa portuguesa. Tido como o resultado de stress pré-traumático (passe a ironia do conceito) de um psiquiatra devido á angústia que aquele militar sentiria antes de embarcar para uma missão no Iraque e que, segundo os devotos da comunicação social, poderia acontecer a qualquer pessoa independentemente da sua religião. O jornal Público antes mesmo de noticiar os pormenores do acontecimento tratou de inverter isto tudo e colocou a comunidade muçulmana como a principal vítima de tal foguetório. Noticiaram que as diferentes organizações muçulmanas condenaram o major Hassan. Excelente! Mas esqueceram de dizer que essas mesmas organizações nada fazem para que os muçulmanos deixem as ideias jihadistas. Bem pelo contrário! Nunca instituiram qualquer tipo de programa nas mesquitas e nas escolas para que esta "tradição islâmica de matar os infiéis", que levou Hassan a fuzilar os seus colegas, seja ultrapassada. Não cooperam com as forças de segurança ou com o FBI, bloqueiam TODAS, TODAS as medidas anti-jihad e anti-terroristas. O jornal Público também se esqueceu de referir que a CAIR é apoiante do Hamas e é totalmente adversa à liberdade de expressão desde que esta critique o Islão. O sr. Akmed da CAIR, afirmou diversas vezes que "o Islão não está na América para ser igual às outras religiões, mas para se tornar a religião dominante; o Corão deve ser a mais alta autoridade na América." De facto os profissionais de tal jornal andam muito mal informados. Incompetência? Não acredito.
O que é verdadeiramente pornográfico é que esperam que acreditemos nesta cândida versão jornalistica. Esperam que acreditemos que um indivíduo que se alistou nas forças americanas num contexto de 2 guerras no Iraque e do Afeganistão, agora ficasse surpreendido e traumatizado só com a ideia de ir fazer uma comissão num desses países. Nunca lhe teria ocorrido que ser enviado para um desses teatros seria uma possibilidade? É ridiculo! Ele saberia dessa possibilidade há anos. E poderia até pedir a demissão das forças armadas, ou não assinar mais nenhum contrato com elas.
Ao contrário do que os jornalistas querem que nós acreditemos, este assassínio em massa foi um acto jihadista, e claramente premeditado. Para além dos constantes elogios que o Major fazia aos terroristas islâmicos, e aos bombistas suicidas, o muçulmano Hassam deu toda a sua mobília de graça para quem a quissese levar, dias antes de cumprir o seu destino. Ele sabia o que iria fazer e pensava que ia morrer na execução deste atentado. Ele queria morrer. E para quem quer morrer, o Corão diz que "o paraíso está garantido aqueles que matem e que sejam mortos por Alah". É, aliás, a única garantia do paraíso em todo o Corão. Não há outra.

Aquele indivíduo era totalmente devoto, ia à mesquita todos os dias, teve inclusivamente um processo disciplinar na escola médica militar, por doutrinação e proselitismo, portanto é alguém que levava o Islão muito a sério. Ele sabia igualmente que o Corão proibe os muçulmanos de combaterem outros muçulmanos.

A maioria destes profissionaizecos da comunicação social são uns hipócritas e uns imbecis irresponsáveis.

1 comment:

OF said...

Coisas que se vão descobrindo sobre o islão.
Um muçulmano pode ser o maior criminoso em relação aos não muçulmanos. e mesmo para com muçulmanos.
Os outros muçulmanos não o julgam, allah sabe mais e allah é que o julgará. Ele, o muçulmano criminoso, pode ter feito coisas proveitosas para o islão, e os outros muçulmanos não o saberem.

Um não-muçulmano pode ser a melhor e a mais santa das pessoas. Para os muçulmanos não tem valor e é para submeter.
Para o islão, o pior muçulmano está acima do melhor não muçulmano.

Um não-muçulmano pode fazer o melhor dos bens aos muçulmanos, estes nada lhe agradecem. Agradecem só a allah, mesmo que allah os tenha posto ou ponha na maior das desgraças e misérias.

Os muçulmanos nunca podem por em causa maomé a allah, quando foi o próprio maomé a dizer que allah era o responsável por todo o mal do mundo.

Os muçulmanos dizem o que dizem e fazem o que fazem, porque isso lhes traz proveitos e os não muçulmanos, continuam cegos e a não quererem ver o que o islão realmente foi, é e quer ser.
Está tudo escrito, é só dar um pouco de atenção para descobrir estas e outras verdades sobre aquela coisa, o islão.

O islam aproveita-se da bondade, generosidade, ingenuidade e passividade dos não-muçulmanos, para ir construindo a sua maldade.

Mesmo que isso passe por desmascarar o mais mascarado dos males, tipo islão, as pessoas boas têm o direito, dever e obrigação de defenderem e construírem o bem.