Wednesday, November 25, 2009

O que devemos fazer para contrariar a jihad furtiva.


Não é necessário inscrever-se em qualquer movimento. O que é preciso é actuar todos os dias no sentido de desmarcarar a dupla linguagem "pacífica" dos muçulmanos. Em Portugal é necessário defrontar as "elites bem pensantes" e sobretudo a comunicação social tendenciosa, quer através de blogs, cartas ao director, boicote aos jornais, etc. O último exemplo da manipulação deste jornalismo dhimmi, foi a falta de identificação do massacre levado a cabo por muçulmanos nas ilhas do Sul das Filipinas. Nenhum jornal, nenhuma televisão referiu que os criminosos são islâmicos separatistas que actuam em Mindanao. Ainda por cima 15 dos decapitados eram jornalistas.

Por outro lado, nunca por nunca votar em partidos que apoiem os interesses islâmicos, como por exemplo o Bloco de esquerda. Pelo contrário desmascarar estes partidos como instaladores da islamização nas sociedades europeias.

A grande táctica da jihad silenciosa ou furtiva é afastar a nossa civilização para o islamismo aos poucos se instalar. Para isso é necessário defender os valores da civilização ocidental. E agir nas coisas simples. Por exemplo, comemorar as datas festivas como o Natal, nas nossas organizações profissionais é simples e funciona como "o alho para os vampiros". O caso dos crucifixos em Itália, é só um exemplo de como os muçulmanos actuam. Os pais de uma única aluna muçulmana conseguiram que a União Europeia interferisse nas escolas italianas que ainda sustentavam o crucifixo nas paredes, exigindo que aqueles retirassem um dos maiores simbolos da civilização europeia.

Contar e falar ao maior número de pessoas possível, alunos incluídos caso seja professora, acerca da ameaça muçulmana para os nossos estilos de vida, sem medo de que nos chamem de racistas ou de extrema direita. O islão não é uma raça, portanto essa não pega, e de extrema direita são todos aqueles que defendem ou toleram uma religião que é política, que é intolerante, que é anti-semita, que é descriminatória relativamente a outras religiões, às mulheres e às minorias sexuais, e altamente simpatizante do nazismo. Não podemos tolerar mais a intolerância. Enough is enough.
Ter em atenção e desmascarar o revisionismo da História. Nunca a civilização islâmica foi cientificamente evoluida, nem tolerante. O que aconteceu foi que pela guerra e conquista se apoderaram dos maiores centros de saber da época, como Alexandria, Damasco, entre outros. Importaram basicamente algum saber (o que não destruiram) grego e indiano. Este revisionismo é mais um aspecto da jihad.

Fazer referência a livros, sites, blogs, etc, que informem as pessoas sobre a verdadeira face do Islão. Quantas mais pessoas acordarem, menor a probablidade da islamização continuar.

É preciso é que as pessoas percam o medo. Se tivermos medo, eles já ganharam. Estar atento às pequenas alterações no nosso meio social e actuar é uma questão de sobrevivência. Outro exemplo a este respeito: nos EUA algumas escolas retiraram do buffet as gomas, porque são feitas de tutano de porco, porque constituem uma ofensa para os alunos muçulmanos e estes pressionaram as direcções escolares. Certamente que ninguém enfiou gomas pelas goelas abaixo de qualquer aluno muçulmano. Simplesmente foram retiradas do mostruário. O que é que isto significa? Significa que a nossa cultura se afastou para deixar entrar a islâmica. Os islâmicos são reconhecidamente supremacistas por isso a nossa civilização "inferior" tem que se afastar para dar lugar à Submissão.
E nós temos o dedo do meio bem comprido para lhes mostrar.

1 comment:

C. said...

Bom post!
Parabens!