Thursday, February 18, 2010

Islamização e Aquecimento Global: Duas Faces do Mesmo Combate


Combater o alegado aquecimento global é combater por um mundo livre das manipulações que desde os anos noventa têm assustado as pessoas, com particular ênfase na assombração do Mundo Ocidental. Desde as "chuvas ácidas", o "buraco do ozono", a doença das vacas loucas até ao célebre Y2K do milénio, tudo serve para amedrontar o cidadão comum, desprevenido e frequentemente ignorante acerca das temáticas científicas em questão. O resultado destas "verdades" al gorianas é transformar os cidadãos livres em alegres pacóvios deliberadamente cooperantes e pagantes na aceitação fácil de taxas e impostos salvíficos do planeta, e na assunção de que os governos serão tanto mais eficientes na "preservação da natureza e do futuro" quanto mais usurparem o individualismo e a liberdade dos povos. E quanto mais distantes as organizações estiverem dos povos mais fácil é a tarefa, de nos tomarem por ovelhas de um rebanho verde ecológico que pede meças aos defuntos regimes da cortina de ferro vermelho-soviética.
Nesta perspectiva destaca-se a União Europeia, na loucura barrosiana em reduzir as emissões de dióxido de carbono para níveis pré-industrais e na azáfama em nos meter a todos nós europeus debaixo das patas do Maomé e da sua religião maldita. União Europeia que finge não ver que a maioria dos europeus, quer através de sondagens quer através de referendos, se opõem à imigração e rejeitam o multiculturalismo. União Europeia que finge não ver que as sociedades livres desta Europa estão ameaçadas, que o Islão é incompativel com o laicismo e que agindo assim, estão a provocar a subversão da ordem internacional.
Nesta perspectiva destaca-se também as Nações Unidas que já nem sequer disfarçam os tiques autoritários e corruptos de um governo mundial. ONU que transformou num único ano o democrata-cristão Freitas de Amaral, num esquerdista anti-americano e pró-muçulmano. ONU que censura, manipula e mente. ONU que no passado dia 12 de Novembro, aprovou uma resolução patrocinada pela Organização da Conferência Islâmica, que visa “combater a difamação da religião”, leia-se, impedir a discussão do islamismo. ONU que por esta via inventou crimes de "islamofobia" e "difamação do islão". ONU onde o embaixador do Paquistão ousou afirmar, sem que ninguém lhe fosse diplomaticamente às trombas, que "a primeira Carta dos Direitos Humanos é o Corão e a primeira Declaração sobre os Direitos Humanos é a que Maomé fez em Medina". Esta ONU que protege descaradamente a vergonhosa ditadura exercida por fundamentalistas islâmicos no Sudão e o genocídio cometido por eles no Darfur sobre populações de africanos cristãos e animistas. ONU que pretende ignorar que a escravatura é uma realidade nos países islâmicos africanos. Esta ONU cujo IPCC convive bem e estimula a fraude científica para confirmar por métodos criminosos a maior manipulação da História da Humanidade que é a teoria do aquecimento global. ONU cuja cabeça do IPPC, o indiano Rajendra Pachauri, está metido até ao pescoço na transacção de gambuzinos que são os muito lucrativos créditos de dióxido de carbono. ONU cujo IPCC deliberadamente confunde para confundir, a realidade virtual dos modelos, com a realidade dos climas actuais.

Estas organizações, a União Europeia conforme está actualmente concebida e as Nações Unidas são preocupantes para a qualidade da liberdade no mundo ocidental.
Sente-se que a democracia, se já não é uma boa memória, está seriamente ameaçada. Não só em Portugal onde o Chavez Socratez e a sua clique de chico-espertos, dirige um país virtual, um país por Power Point que não se enquadra no país real. Por isso eles querem controlar os meios de comunicação para controlarem a realidade. Para fazer aproximar a realidade da virtualidade imanada pela acção governativa.
Oriana Fallaci tinha razão quando se perguntava:
"Que raça de democracia é uma democracia que proíbe o dissentimento, o pune e transforma em crime? Que raça de democracia é uma democracia que, em vez de escutar os cidadãos, os cala, os entrega aos inimigos, os abandona aos abusos e às prepotências? (é o caso do julgamento de Geert Wilders). Que raça de democracia é uma democracia que favorece a teocracia, restabelece a heresia, sevicia os seus filhos e os manda para a fogueira? Que raça de democracia é uma democracia em que a minoria conta mais do que a maioria e, onde contando mais do que a maioria, lhes dita as leis e a chantageia? Uma não-democracia, digo-te. Uma fraude, uma mentira. E que raça de liberdade é uma liberdade que impede de pensar, de falar, de caminhar contra a corrente, de se rebelar e de se opor a quem nos invade ou nos amordaça? Que raça de liberdade é uma liberdade que obriga os cidadãos a viver com medo de serem tratados e até processados e condenados como delinquentes? (...) UMA NÃO-LIBERDADE.
Obrigado Oriana.

2 comments:

| said...

Para que se saiba.
Na prática a última coisa que maomé fez foi assassinar o seu próprio allah maometano.
Disse que o seu allah não mais falaria e que ficava sem espírito.
Mas antes, e no islam, maomé tirou o filho a allah e castrou-o para que nem descendência pudesse deixar.
maomé também antes, assassinou a familia de allah, os amigos e todas as entidades espirituais boas,anjos, arcanjos, santos e outras.
Pior ainda. No islam as coisas são cada vez piores.
No islam, maomé só deixou o diabo à solta.
No islam, satanás é a única entidade espiritual activa e que sussurra aos maometanos.
Os maometanos eruditos podem confirmar isto.
Dão é depois voltas e mais voltas a justificar, mas isso só prova que o islam é muito hábil a enganar
os próprios e a tentar enganar os outros.
Pode-se dizer que isto acontece no mundo imaginário, mas é este mundo imaginário que controla o maometismo.
Estas verdades dão uma ideia da intolerância que existe na doutrina maometana.
Para maomé um allah vivo ou qualquer entidade espiritual boa viva, seriam os maiores perigos ao seu poder.
Nem o próprio allah maometano podia escapar com vida às suas mãos.
Só fora do islam o bem(bom-senso/razão) e o Bom Deus podem existir, estarem vivos e manifestarem-se no mundo e nas pessoas.
_________________________

Mais coisas que se vão descobrindo sobre o islam.
Um muçulmano pode ser o maior criminoso em relação aos não muçulmanos e mesmo para com muçulmanos.
Os outros muçulmanos não o julgam, allah sabe mais e allah é que o julgará.
Ele, o muçulmano criminoso, pode ter feito coisas proveitosas para o islam, e os outros muçulmanos não o saberem.

Um não-muçulmano pode ser a melhor e a mais santa das pessoas.
Para os muçulmanos, como não é muçulmano, não tem valor e é para submeter.
Para o islam, o pior muçulmano está acima do melhor não muçulmano.

Um não-muçulmano pode fazer o melhor dos bens aos muçulmanos, estes nada lhe agradecem.
Agradecem só a allah, mesmo que allah os tenha posto ou ponha na maior das desgraças e misérias.

Os muçulmanos nunca podem por em causa maomé e allah, quando foi o próprio maomé a revelar-nos que o seu allah era
o responsável por todo o mal do mundo.

Os muçulmanos dizem o que dizem e fazem o que fazem, porque isso lhes traz proveitos e os não muçulmanos, continuam
cegos e a não quererem ver o que o islam realmente foi, é e quer ser.
Está tudo escrito, é só dar um pouco de atenção para descobrir estas e outras verdades sobre aquela coisa, o islam.

O islam aproveita-se da bondade, generosidade, ingenuidade e passividade dos não-muçulmanos, para ir construindo a
sua maldade.

Mesmo que isso passe por desmascarar o mais mascarado dos males, tipo islam, as boas pessoas têm o direito, dever
e obrigação de defenderem e construírem o bem.

| said...

O islam é crime!
Todo o islam é crime!
Tudo no islam está ao serviço do crime!
maomé não apresentou nenhum documento escrito pelo seu allah a autoriza-lo a fazer o que fez.
maomé fez tudo á maneira dos bandidos.

E o islam nem sequer é baseado no corão e todos os argumentos islâmicos são inválidos.
No inicio nem corão havia e maomé já queria o poder todo, nomeadamente o de roubar e assassinar inocentes.

Nas religiões há polémicas e problemas, mas têm espaço para o bem e para a procura do bem.
O islam, não!

E o islam nem sequer é religião. São os próprios que o dizem.

O islam cria estruturas ditatoriais, úteis ao ditadores e aos seus lacaios e candidatos a isso.

E oferece aos mesmos argumentos para justificarem toda a espécie de crimes úteis ao seu poder.
Quando querem matar um adversário usam o slam.
Quando querem matar a mulher, usam o islam.
Quando querem matar o irmão, usam o islam.
Quando querem matar os filhos, usam o islam.

O islam estupidificou de tal modo os enganados por maomé que estes nem reparam naquilo que dizem, fazem e argumentam.
Desde que lhes seja útil, tudo serve, mesmo se forem coisas a insultar maomé, como é o caso do próprio símbolo do islam.

Como já se descobriu, o islam só existe se o muçulmano aceitar e justificar aquele que foi dos maiores crimes de todos os tempos.
O assassínio de allah por parte do próprio maomé.
maomé disse que o seu allah maometano não mais falaria e que ficava sem espírito.
Na verdade, nem o próprio allah maometano pode escapar com vida às mãos de maomé.

Só fora do islam, pode haver entendimento, paz e vida e o Bom Deus manifestar-se nas pessoas.
Para os ateus, substituir Bom Deus por bom-senso/razão/humanismo.